Calle Hispánica

Um passeio pela cultura em espanhol

Língua Espanhola: Uma ponte entre pessoas, países e culturas

A língua espanhola é uma combinação mágica para muito de nós, não é mesmo? Seja pela sonoridade, seja pela engenhosa articulação entre substantivos, verbos, pronomes e artigos ou, ainda, pelo sentimento que nos desperta quando hablamos. Como diria Tiago Iorc, o coração dispara, tropeça quase para! 😆

Desde mi más humilde punto de vista, esse é, sem dúvidas, um idioma que conquista ❤.

(Sim, como normalmente dizemos em português, é muito amor, é amor pra caramba! 😍)

Mas, e quanto à história da língua espanhola, pessoal? Será que conhecemos o contexto de surgimento e o papel desempenhado por esse idioma atualmente? 🤔

Justamente para nos ajudar a refletir sobre essas questões, entrevistei o doutor em Filología Hispánica, José Luis Ramírez Luengo, que desenvolve uma pesquisa baseada fundamentalmente na história da língua espanhola na época moderna, tanto na Espanha quanto na América.

Origem

De acordo com José Luis, para analisarmos o nascimento da língua espanhola é preciso levar em conta um processo ainda mais amplo, que foi desaparecimento do latim, ou melhor, a transformação do latim nas diferentes línguas românicas, o que ocorre em algum momento entre os séculos V e IX, depois de Cristo.

“Nesse período produz-se uma transformação radical na cultura dos povos falantes de latim, que faz com que essas pessoas também comecem a perceber sua forma de falar como algo diferente do que antes existia, como algo afastado do latim”, explica José Luis.

O pesquisador também destaca que é preciso levar em conta que, com o passar do tempo, as diferenças entre os diversos dialetos do latim tornaram-se maiores, o que dificultava a comunicação entre os usuários dessa língua.

“Naturalmente, não é fácil saber em que momento os falantes tomam consciência de que estão falando outra língua e, por isso, é tão difícil dizer quando surge o espanhol. No entanto, há um indício que podemos levar em consideração, que é o momento em que aparecem textos em línguas romances. Tendo isso em mente, podemos estabelecer o século IX como o momento em que já existe tal consciência, algo que textualmente  se reflete, por exemplo, nos Juramentos de Estrasburdo (842) para o caso do francês e, um pouco mais tarde, para o espanhol, nas Glosas Emilianenses, do início do século XI”, explica o doutor em Filología Hispánica.

Espanhol ou Castellhano?

É muito comum encontrarmos os termos ‘espanhol’ e ‘castelhano” referindo-se ao mesmo idioma. Diante disso, paira no ar a seguinte questão: Afinal de contas, existe alguma diferença entre um e outro?

José Luis esclarece que partindo da ideia de que os dois conceitos se referem à mesma realidade (a língua compartilhada pela Espanha e pelos vários países da América), a verdade é que o uso de ‘espanhol’ ou ‘castelhano’ tem a ver com preferências nacionais ou, ainda, pessoais.

“Os filólogos, às vezes, utilizam esses termos de forma ligeiramente diferente: quando falamos da situação atual, normalmente empregamos a palavra espanhol para nos referir à língua compartilhada e suas variedades nacionais (espanhol da Argentina, espanhol da Colômbia). Por outro lado, usamos o termo castelhano, para nos referir à variedade dessa língua usada atualmente em Castilla, no centro-norte da Espanha. Ainda, quando falamos desde um ponto de vista histórico, preferimos castelhano, para fazermos referência à língua durante o período medieval”.

Língua espanhola hoje

Quanto ao papel desempenhado atualmente pela língua espanhola no mundo, José Luis destaca que o idioma é, sem dúvidas, a principal herança compartilhada pelos hispanohablantes.

“Isso deve servir para desenvolver certa solidariedade e favorecer a integração de todos os povos que a utilizam, sem que isso suponha desproteger ou atentar contra as línguas minoritárias que, junto ao espanhol, se utilizam em todo o mundo hispânico”, explica José Luis.

O Futuro da língua de Cervantes

Olhamos para o passado para entendermos as bases de surgimento do idioma, estabelecemos um paralelo até o presente, avaliando o papel desempenhado pela língua espanhola atualmente e, seguindo esse caminho, pensar sobre o futuro é inevitável.

Para o pesquisador, do ponto de vista de sua estrutura, o espanhol do futuro parecerá mais às variedades caribenhas que às variedades da Espanha.

“Acredito que o idioma terá uma importância influência do inglês, ainda que não definitiva, e que se verá como uma das línguas eminentemente americanas e, por tanto, cada vez menos europeia, algo parecido ao que acontece com a língua portuguesa. Já do ponto de vista demográfico, acredito que o idioma vai adquirir progressivamente maior transcendência em países como Estados Unidos. Quero pensar que será cada vez mais conhecido e necessário em zonas onde até então, é tido como segundo língua”.

E José Luis segue, destacando, agora, como ele gostaria que fosse o futura da língua de Cervantes. “Que o espanhol seja uma língua mais inclusiva, mais respeitosa com os outros idiomas com os quais convive e uma língua que sirva como ponte para conhecer outras realidades e outras culturas que também utilizam o espanhol como forma de expressão. Que seja, enfim, uma língua mais tolerante por ser o reflexo dos falantes que assim também são. Ainda que eu não saiba se isso está fora da linguística e, na verdade, tenha mais a ver com o que todos sempre esperam do mundo: que ele seja, pouco a pouco, um lugar um pouco melhor.

Y además…

Te dejamos un video en el que el doctor en Filología Hispánica, José Luis Ramírez Luengo, habla sobre historia del español 🙂.

Curtiu as reflexões sobre a língua espanhola? Então, aproveite o embalo e confira a entrevista completa e en español, com o doutor em Filología Hispánica, José Luis Ramírez Luengo.

En Español: Entrevista completa con José Luis Ramírez Luengo, doctor en Filología Hispánica

Para ayudarnos a reflexionar sobre sobre el origen de la lengua española y sobre su papel en el mundo, Calle Hispánica entrevistó al doctor en Filología Hispánica, José Luis Ramírez Luengo.

1) ¿Cuál ha sido el contexto del surgimiento de la lengua española?

El proceso de nacimiento del español se enmarca en un proceso más general: la desaparición del latín, o mejor, la conversión del latín en las diferentes lenguas románicas, que se produce en algún momento entre los siglos V y IX después de Cristo, un periodo muy largo porque la fecha depende de la teoría que se acepte para explicar estos orígenes y de los autores que se uno siga. En esos momentos históricos se produce un fenómeno que se denomina transculturización, es decir, una transformación radical en la cultura de los pueblos hablantes de latín (cambia, por ejemplo, la forma de gobierno al caer el Imperio Romano y la religión por la generalización del cristianismo, desciende el nivel cultural, se produce un aislamiento entre las partes del antiguo Imperio, etc.) que hace que estas personas también comiencen a percibir su forma de hablar como algo diferente de lo que existía antes, como algo alejado del latín; hay que tener en cuenta, además, que con el paso del tiempo las diferencias existentes entre los diversos dialectos del latín se habían hecho mayores y eso dificultaba la comunicación entre los usuarios de esta lengua, todo lo cual va a producir que en un momento –y por motivos históricos muy complejos- los hablantes tomen conciencia de que su forma de hablar es diferente, es ya otra cosa que no es latín y que podemos llamar lenguasromances, tanto el español como el resto de ellas, también el portugués, por supuesto.

Naturalmente, no es fácil saber en qué momento los hablantes toman conciencia de que están hablando otra lengua que no es el latín –y por eso es difícil decir cuándo surge el español–, pero hay un indicio que se puede tener en cuenta: el momento en que aparecen textos en lenguas romances, que implican que los hablantes ya tienen la conciencia que se ha mencionado y que, por tanto, han aparecido tales lenguas. Teniendo esto en mente, podemos establecer la fecha del siglo IX como el momento en que ya existe tal conciencia, algo que textualmente se refleja, por ejemplo, en los Juramentos de Estrasburgo (842) para el caso del francés y un poco más tarde para el del español, en concreto en las Glosas Emilianenses de principios del siglo XI.

2) ¿Hay alguna división más o menos estructurada en la que podemos ordenar la historia de la lengua española?

En realidad, la cuestión de la periodización en la historia de la lengua es un tema también muy discutido, pues son varios los criterios que se han empleado para establecer las divisiones en periodos y, por tanto, no existe un esquema que se acepte de forma general; ahora bien, si tenemos que establecer diferentes etapas indiscutibles, probablemente podamos tener en cuenta tres grandes momentos que, a su vez, podrían subdividirse: a) época medieval (siglos XI-XV); b) español clásico (siglos XVI-XVII); c) español moderno (siglo XVIII-actualidad). Todas ellas guardan relación más o menos precisa con hechos históricos de importancia y con grandes fenómenos de cambio del sistema lingüístico del español, de manera que es probable que esta periodización sea la más útil y, sobre todo, la que se suele aceptar de forma más general por los estudiosos.

3) En investigaciones, libros y reportajes, se suele utilizar tanto el término español como el término castellano. Incluso, algunos países tienen el español como lengua oficial, mientras otros tienen el castellano. Aunque los dos términos equivalgan al mismo idioma, ¿hay, actualmente, alguna diferencia entre esas dos palabras?

Partiendo de que ambos conceptos se refieren a la misma realidad –la lengua que comparten España y numerosos países de América, en la que yo estoy hablando hoy–, lo cierto es que el empleo de español o castellano tiene que ver con preferencias nacionales (en Bolivia se suele utilizar castellano; en México, español) o inclusopersonales (a manera de ejemplo, yo siempre digo español, mientras que mi madre suele utilizar castellano). Dicho esto, los filólogos a veces utilizamos los conceptos español y castellano de forma ligeramente diferente o, si se quiere, especializada: cuando hablamos de la situación actual, solemos emplear español para hablar de la lengua compartida y de sus variedades nacionales (español de Argentina, español de Colombia) y castellano para referirnos a la variedad de esta lengua que se emplea actualmente en Castilla, en el centro-norte de España; cuando hablamos desde un punto de vista histórico, preferimos castellano para referirnos a la lengua durante el periodo medieval ya mencionado y español para hablar de la lengua a partir del siglo XVI, es decir, utilizamos ambos términos con un criterio cronológico que opone el castellanomedieval al españolclásicoymoderno.

4) En el contexto global, ¿qué papel crees detener la lengua española actualmente?

No cabe duda de que actualmente el español es una de las grandes lenguas de cultura del mundo, algo que se ve en su carácter de lengua oficial en múltiples países, en el estatus que presenta en instituciones internacionales como la ONU, en el peso de la cultura que se genera y se expresa por medio de ella y en el sentimiento de comunidad que produce entre todos sus hablantes. En este sentido, no cabe duda de que se trata de la herencia compartida más importante que tenemos los hispanohabantes, y que debe servir para desarrollar cierta solidaridad y favorecer la integración de todos los pueblos que la emplean, sin que eso suponga, por supuesto, desproteger o atentar contra las lenguas minoritarias que, junto al español, se utilizana lo largo de todo el mundo hispánico.

5) En tu opinión, ¿cuáles fueron los principales retos enfrentados por la lengua española para que se estableciera como la conocemos hoy?

No es una pregunta fácil de responder, porque la situación actual es el resultado de la interacción de múltiples procesos que tuvieron lugar en el pasado; en este sentido, es probable que algunas de las cuestiones fundamentales para entender la situación actual hayan sido dos:por un lado, la enorme expansión geográfica que experimenta en el mundo, especialmente en América, y sobre todo a partir de las Independencias de los países hispanoamericanos; por otro, los procesos de estandarización y creación de una variedad culta que se desarrollanmuy lentamente a partir del siglo XIII. Son estas dos ideas, por tanto, las que hacen que podamos entender la situación que presenta el español a día de hoy, y que se puede definirpor presentar una forma de hablar/escribir que, con sus variantes, se acepta como culta y que se suele definir como de variación dentro de la unidad, así como por ser la lengua materna y cotidiana de casi 500 millones de personas repartidas por cuatro continentes que se pueden entender y comunicar entre sí con poco esfuerzo y mínimas dificultades.

6)  ¿Qué nombres o personajes podemos resaltar como siendo fundamentales en ese proceso?

A mí no me gusta hablar de nombres específicos porque creo que la historia de un idioma es el resultado de las decisiones que toman todos sus hablantes, y que en este sentido todos son igual de importantes; es decir, me parece que se trata de una cuestión social y no individual, y por eso es necesario destacar las aportaciones de la sociedad como un todo. Ahora bien, si tenemos que señalar algunos nombres que se relacionen con los procesos y retos que te señalé en la pregunta anterior, creo que sería fundamental mencionar, por un lado, al rey de Castilla Alfonso X el sabio (1252-1284), pues es él el que, con sus políticas, fomenta el empleo del castellano escrito y comienza a desarrollar la estandarización de la que he hablado más arriba; por otro, y en relación con la expansión del idioma, no cabe duda de que hay que resaltar a las élites del siglo XIX que toman el poder tras las Independencias americanas, pues son ellas las que, con sus decisiones, van a hacer que el español deje de ser la lengua minoritaria que era en el continente durante la época colonial y se transforme con el paso del tiempo en la lengua de uso general que es hoy en la región.

7) Sabemos que los hispanohablantes, aunque sean de diferentes países, pueden entenderse entre sí. ¿Es posible decir si la tendencia es que se mantenga ese entendimiento, a pesar de las variantes que existen? ¿O, al contrario, percibes que hay una transformación del español hablado en Latinoamérica que lo estaría alejando del español de España?

Bueno, la ruptura del idioma es un tema que se lleva discutiendo al menos desde el siglo XIX, cuando el español Valera y el colombiano Cuervo se cruzan una serie de cartas y de reflexiones sobre este asunto realmente fascinantes. Desde el punto de vista del cambio lingüístico, te puedo decir que la tendencia digamos natural (con muchas comillas) de las lenguas es la transformación y, por tanto, tienden hacia la separación, muy especialmente si se habla en zonas muy alejadas entre sí (como ocurre en el caso del español), de manera que se podría decir que el futuro que le espera a esta lengua sería, en principio, parecido a lo que le ocurrió al latín, y podríamos pensar que en algunos siglos el español se habrá transformado en diferentes idiomas. Ahora bien, también hay que tener en cuenta que en nuestra sociedad existen fenómenos que no existían en la época latina, tales como los medios de comunicación masiva, la cultura compartida, las frecuentes migraciones o la posibilidad de viajar, que hacen que actualmente cualquier hispanohablante esté acostumbrado a escuchar otras formas de hablar español, conozca sus características y las comprenda más o menos bien; pues bien, este conocimiento y reconocimiento de los otros españoles, más allá del propio de uno, es un importante factor de cohesión que hace que las tendencias centrífugas, hacia la ruptura, se detengan o, al menos, se ralenticen, así que no hay que preocuparse mucho por este asunto: es probable que en un futuro lejano el español se divida en varias lenguas, es cierto, pero por el momento esa situación no está ni siquiera cerca, así que los hispanohablantes podremos seguir entendiéndonos relativamente sin dificultades al menos algunos cuantos siglos más.

8) Por todo lo que has estudiado e investigado hasta hoy sobre la historia de la lengua española, ¿cómo ves (o imaginas) el español en el futuro?

Creo que esta pregunta se puede responder desde muchos puntos de vista, así que te explico primero lo que creo y luego lo que me gustaría: desde el punto de vista de su estructura, creo que el español del futuro se parecerá más a las variedades caribeñas que a las de España, que tendrá una influencia del inglés importante aunque no definitoria, y que se verá como una lenguas eminentemente americana y, por tanto, cada vez menos europea, algo parecido a lo que le sucede al portugués; desde el punto de vista demográfico, creo que esun idiomaque progresivamente va a adquirir mayor trascendencia en países como Estados Unidos, quiero pensar que cada vez será más conocido y necesario en zonas donde se lo tiene como segunda lengua, y en ese sentido me parece que el Brasil de hoy representa un ejemplo evidente de lo que existirá en muchos lugares del planeta dentro de un tiempo.

Lo que me gustaría es que poco a poco el español sea una lengua más inclusiva, una lengua más respetuosa con los otros idiomas con los que convive y una lengua que sirva como puente para conocer otras realidades y otras culturas que lo utilizan como medio de expresión; que sea, en fin, una lengua más tolerante porque sea el reflejo de unos hablantes que también lo son, aunque no sé si esto está ya fuera de la lingüística y tiene que ver con que uno siempre espera que el mundo sea, poco a poco, un lugar un poco mejor…

Sobre el entrevistado

José Luis Ramírez Luengo es doctor en Filología Hispánica por la Universidad de Deusto (España), y actualmente desarrolla su labor docente e investigadora en la Universidad Autónoma de Querétaro (México). Ha investigado e impartido docencia, además, en la Universidad de Jaén y en la Universidad de Alcalá (España), así como invitado en diferentes instituciones de enseñanza superior de Europa e Iberoamérica.

Su ámbito de investigación fundamental lo constituye la historia de la lengua española en la época moderna, tanto en España como en América, así como el contacto lingüístico del español con el portugués desde un punto de vista histórico y la configuración de la ortografía moderna; sobre tales temas ha publicado más de un centenar de trabajos y reseñas en revistas científicas, entre los que destacan su Breve Historia del Español de América (Madrid: Arco Libros, 2007), La lengua que hablaban los próceres. El español de América en la época de las Independencias (Buenos Aires: Voces del Sur, 2011), Una descripción del español de mediados del siglo XVIII. Edición y estudio de las cartas de M. Martierena del Barranco (1757-1763) (Lugo: Axac, 2013) o Textos para la historia del español, XI. Honduras y El Salvador (Alcalá de Henares: Universidad de Alcalá, 2017).

➡ Língua Espanhola: Uma ponte entre pessoas, países e culturas

Diário de uma jornalista inquieta: História da Espanha

Conforme contei lá no Instagram da Calle, escolhi a Espanha para dar início ao projeto Universidade Pessoal. Já que tudo começou nesse país, então, nada mais lógico, não é, gente?! 😄 rs

Quem aí já ouviu falar em #opozulo? Conheci esse termo aqui no Instagram e, de forma geral, podemos dizer que essa palavra é usada para nomear o bom e velho cantinho de #estudos 📚. 📍 Eu, que na fase dos concursos públicos tive um opozulo (só não sabia que podia chamá-lo assim 😁), agora começo a recriar outro!❤ Isso porque neste mês de junho, dei início ao meu projeto “Universidade Pessoal”, com o objetivo de ampliar e refinar meus conhecimentos sobre a #cultura #hispânica. A ideia é estudar aspectos históricos e culturais de todos (TODOS!) os países que falam #espanhol e, de quebra, encontrar novas pautas e trazer novas #entrevistas para o blog (mais detalhes sobre o projeto estão no link da bio 😉). 📍 Eu venho mostrando pelo stories que a #Espanha é o primeiro país da lista! Isso porque eu decidi começar exatamente onde tudo começou (com o perdão da redundância 😅). Até o momento, estou na parte histórica do país e o assunto vem me intrigando absurdamente (é muita treta!) Mas isso já é um papo para um post inteiro no blog, inclusive com direito à entrevista! 📍 Agora me contem o que mais desperta o interesse de vocês com relação à história e/ou à cultura espanhola? Vamos trocar figurinhas! 😁 ✨Obs.: Deslculpem ser tão repetitiva, mas eu não seria eu se deixasse de dizer o seguinte: o que mais desperta meu interesse na cultura espanhola é o @alejandrosanz 😍🙈😁 Desculpa aê, pessoal, mas essa minha verdade, ninguém cala 😂😜 #opositora #opus #callehispánica #meucantodeestudos #universidadepessoal #norastrodoespanhol #espanholdecadadia #espanhol

Uma publicação compartilhada por Por Fernanda Rosa (@callehispanica) em

Material de estudo

Livro

Usei o livro Breve Historia de España, do historiador Henry Kamen. Conforme promete o título, a obra é bem resumida, partindo do Homem de Neanderthal (pois é! 😮) e seguindo até Carlos II, rei da Espanha entre os anos de 1665 e 1700.

Entre todos os períodos narrados, o período de governo dos Reyes Católicos, Isabel de Castilla e Fernando de Aragón, recebe uma atenção especial. E o motivo é simples: o reinado deles (na verdade, o dela especificamente) marcou não só a história da Espanha, mas também da América.

Isso porque Isabel de Castilla bancou a viagem de Cristóvão Colombo às “Índias” que, na verdade, era o nosso continente americano 🌎.

“Las Indias, tal y como fueron denominadas en Castilla las Américas, era propiedad exclusiva de Castilla, puesto que Colón había recibido el encargo solo de Isabel. Todos los aragoneses estaban en teoría excluidos del nuevo mundo. Tanto la lengua como la administración que se introdujeron en América fueron castellanas”.

Série

E o que me ajudou a assimilar melhor todas essas relações de poder, foi a série da TV Espanhola, Isabel. A produção, de 2012, conta com três temporadas, que mostram a chegada de Isabel ao poder, seu casamento com Fernando II e o governo dos Reyes Católicos.

Recomendo demais! 😉

Obs.: O melhor de tudo é que, hoje em dia, a gente estuda vendo série e ainda coloca o espanhol pra jogo! 😜 rs

Impressões

O que chamou minha atenção, foi perceber o seguinte: A Espanha buscou firmar-se enquanto potência mundial, por meio da expansão do seu território (o que se alcançava declarando guerra a outras nações) e da exploração das regiões colonizadas. E isso até funcionou durante algum tempo. Porém, vejam vocês que irônico, toda essa guerra travada para manter o poder já conquistado foi, juntamente, o que o historiador destacou como sendo o motivo de sua ruína.

“… se ejerció un imperialismo español en Europa, casi en un aislamiento virtual. Fue una monarquía universal cuyos enemigos no se limitaban a ser de una sola nación ni de pertenecer a una única religión. La Francia católica, la Inglaterra protestante  y la Turquía musulmana fueron sus más fervientes enemigos. España se vio en la obligación de explotar todos los de ultramar, en una laboriosa batalla para mantener su puesto en Europa”.

Enfim, como amante de história que sou, achei intrigante todas as tretas que os diversos reis e rainhas se meteram, com o objetivo de mantener la corona. Era um tal de casar primo com prima, sobrinha com tio…  Ay, Dios!

Obs.: E, para garantir que o poder permanecesse em família ou, pelo menos, entre os aliados, as mulheres eram “oferecidas” – literalmente – como um simples objeto de troca (tipo: “você se casa com a minha filha e, assim, sacramentamos a união de nossos reinos 😳).

Bom, essas são minhas impressões iniciais sobre a história da Espanha. E digo iniciais, porque sabemos que, quando se trata de história, sempre existem outras abordagens e outros pontos de vista.

Então, bora seguir com os estudos e, na próxima semana, já teremos uma entrevista MARA aqui no blog. Aguardem! 💜

Universidade Pessoal: Especialização em Cultura Hispânica

Já faz um tempo que venho buscando algo novo para aprofundar e refinar meus conhecimentos sobre essa imensidão chamada Cultura Hispânica. Busquei opções de cursos livres, graduação, pós-graduação, intercâmbio… Tudo que vocês possam imaginar! No entanto, avaliando o conteúdo oferecido, percebi que todas essas possibilidades eram voltadas para professores (ou seja, com conteúdo especificamente voltado para o ensino da Língua Espanhola) ou para alunos que desejam o aprofundamento do idioma em termos gramaticais.

E, como a minha outra paixão é o jornalismo, o que eu procuro é algo que parta dessa perspectiva. Resumindo, podemos dizer que meu objetivo é aprender de forma organizada e estruturada a formação histórica e cultural dos países que falam espanhol, partindo de um olhar jornalístico.

Mas, por que estou falando tudo isso?

Bom, depois de tanto pesquisar, pensar e calcular, eu topei com o conceito de Universidade Pessoal, num post do blog Vida Organizada. Lá, a Thaís Godinho explica como decidiu tocar seus estudos sozinha, de forma independente e autodidata.

E então pensei: Por que não?! 🤔 Afinal, é exatamente disso que preciso neste momento, já que essa forma de estudar me permitirá escolher os pontos específicos nos quais desejo me aprofundar.

Sem dúvidas, a vantagem dessa escolha é poder adequar o ritmo de estudos ao meu estilo de vida e, além disso, poder estruturar os conteúdos de forma a atender à minha expectativa de aprendizado.

Por outro lato, tenho plena consciência de que esse é um projeto de longo prazo (tipo, uns bons meses!) e que exigirá não só planejamento e organização, mas também MUITA disciplina. E é aí que vai entrar o foco que aprendi a ter ao longo dos 5 anos de estudos para concursos público 💪.

E como será tudo isso?

Então! Para colocar em prática esse projeto, que chamarei de Especialização em Cultura Hispânica, começarei planejando e estruturando um conteúdo programático. A partir desse conteúdo, partirei para a pesquisa da bibliografia pertinente a cada ponto. Além de livros, também vou recorrer a documentários, vídeo aulas, reportagens especiais e filmes. Ah! E cursos que tenham uma temática pertinente não estão descartados 😄.

A ideia com todo esse trabalho de pesquisa e estudo é desenvolver minha consciência crítica com relação aos assuntos culturais dos países que falam espanhol. E de que forma se desenvolve a consciência crítica, pessoal? Estudando, né non?! 🤓📚📝

Perguntas recorrentes

“Mas, Fernanda, o tema Cultura Hispânica é muito amplo. Quanto tempo isso vai levar? Você tem certeza de que encontrará os materiais necessários para cada ponto do conteúdo programático? Aliás, e esse conteúdo, como será?”

Essas são algumas das perguntas que venho me fazendo desde que nasceu a ideia desse projeto. E eu decidi que vou, simplesmente, deixar fluir. Acredito que se a internet não disponibiliza todas as informações, ela, ao menos, nos oferece uma referência de onde podemos encontrar os dados necessários. Então, bora ver no que dá! 😄

Conforme mencionei, esse será um projeto de longo prazo, construído com muito carinho e dedicação. Além de compartilhar o passo a passo lá no Instagram da Calle, espero encontrar também muitas e muitas pautas para diversificar os assuntos abordados aqui no blog. E, desse jeitinho, eu vou sacramentando essa união entre jornalismo, cultura e espanhol, que são os assuntos que, sem dúvida, fazem meu ❤ bater mais forte. 😍

E aí? Bora seguir nesse passeio pela cultura hispânica?! 🙂👣

#Viagem: Alimentação vegana em Madrid 💚

Oi, xente! 🙂

Este ano eu venho buscando diversificar os olhares e discursos apresentados aqui no Blog. E nada mais justo e adequado, já que o objetivo da Calle é ser o nosso endereço favorito (da vida! 💚) quando o assunto é espanhol, países e cultura!

Então, eu fico buscando temas que sejam bem variados para que a nossa Calle seja democrática e tenha cada vez mais a nossa cara! Afinal de contas, queremos mostrar para o mundo que é sempre possível termos hispanidade em nossas vidas! ❤

E nesta semana, nós vamos falar sobre ser vegano em Madrid. Exatamente! A cidade internacionalmente conhecida como a terra das touradas.

Quem vai contar tudo sobre essa experiência é a Ludmila Lima Alves, que está em Madrid a trabalho, mas também focada em descobrir ótimas opções de alimentação vegana por lá.

Confira! 🙂

A vida vegetariana e vegana em Madrid: um pequeno guia de sobrevivência

Sou a Ludmila Alves do blog Bistroveg e hoje estou aqui na Calle Hispanica para contar como é a vida vegetariana e vegana em Madrid.

Pode parecer inusitado, mas acredito que nunca escolhi ser vegetariana. A causa me escolheu! Não como carne desde criança por motivos que desconheço, o que sempre gerou muita angústia nos adultos. Tentaram me convencer, me levaram em médicos, faziam pratos com carne escondida, mas nada funcionou.

Sigo nesse caminho por respeito aos animais sencientes. Também não consumo leite e derivados e nem cosméticos ou vestuários testados ou criados a partir de matéria-prima animal. É claro que erro, nem posso me dizer vegana porque consumo ovos de galinhas que conheço de vez em quando, mas faço o melhor que posso e esse é o meu objetivo: inspirar outras pessoas a fazerem o que é praticável pelo bem da natureza.

Estou passando uma temporada em Madrid, capital da Espanha, a trabalho e me comprometendo com uma alimentação 100% vegana, o que tem sido bem difícil.

Veganismo em Madrid

Enquanto capitais como Berlin e Londres são consideradas perfeitas para veganos, Madrid segue uma linha bem conservadora. Não é pra menos: o país ainda cultiva a tradição das touradas, que são legalizadas, que nada mais são do que “shows” para machucar um ser indefeso e causar nele uma morte lenta e muito dolorosa.

Outro ponto da cultura carnista madrilenha é o culto ao jamon (presunto) que fica exposto em toda lanchonete aqui. Como as pessoas conseguem lidar com indeferença a patas penduradas no lugar em que se come? É difícil, porém é impossível não ver isso: está em todo lugar.

Se você perguntar de pratos vegetarianos não se assuste se te oferecerem algo com presunto e considerarem carne somente como a carne de boi, como acontece no Brasil.

Aqui se come carne de vaca, porco, cordeiro e frutos do mar em grande quantidade e sem acompanhamentos, somente com pão, o que dificulta comer fora de forma saudável. Ficar só na salada de alface, vinho e pão, por mais vegan que seja, não supre nossas necessidades de nutrientes, sejamos francos.

Os restaurantes convencionais não trazem opções veganas, talvez porque ainda não se importem com isso ou não enxergam demanda para tal. Fato que só vi uma vez um cardápio com opções veganas e que, ainda por cima, dizia “opciones 100% veganas”. Me explica como é um prato 50% vegano? Rsrs

Mas dá pra vegano ir pra Madrid?

Sim! Se nossos valores são fortes tudo é possível.

Existem sim restaurantes 100% veganos por aqui. Não são baratos, nem sempre com pratos elaborados, mas existem os bons que valem a ida naqueles dias que você merece algo especial.

Na hashtag #BistrovegEmMadrid no instagram indico bons lugares com opções veganas na cidade.

Mas a verdade é que se você é como eu e se importa também com a saúde, vai precisar fazer sua própria comida. Terá que ir ao supermercado comprar frutas, salada, castanhas, hummus, pão e o que for consumir. Esse planejamento e dedicação são essenciais pra você ficar de bom humor!

Para não passar tanto aperto, eu trouxe a minha proteína isolada de arroz, por exemplo. Afinal, infelizmente, aqui não é a terra do arroz e feijão, maravilhosa combinação de aminoácidos.

Outra coisa que ajuda muito é desapegar de comer somente o que é típico. Aqui tem ótimas opções e preços em restaurantes arábes, tailandeses e indianos que naturalmente têm muitas opções veganas!

Pense que viajar é algo além da comida. Tem muitos aspectos culturais para você conhecer, ainda mais em um lugar com tanta história como a Espanha.

Comidas típicas daqui em versão vegana

Se você viaja para provar novos sabores, tem lugar pra você em Madrid! Só vai ter que procurar um pouquinho mais!

Já encontrei paella vegana e opções de tapas veganas. Mas não vai muito longe disso já que tem prato que é composto por nada além de carne.

🥗 Sobre se comprometer com uma alimentação #plant-based fora de casa 🥒 Não acho que tem sido fácil ir atrás de opções de comida saudável em Madrid, terra em que tem jamon (o presunto) e pernas de animais penduradas em todo lugar e muitas padarias com itens nada naturais. . Mas quando queremos, damos um jeito! 💚 O importante é usar nosso direito de escolha em vez de ser refém das opções de mais fácil acesso, que sempre são as mais processadas. . O que fazer pra se nutrir com o máximo de alimentos naturais fora de casa é: 🥦descubra bons supermercados próximos. Entenda “bons” como aqueles que não vendem apenas pacotinhos, mas que contam com uma boa oferta de frutas e verduras! Faça uma pesquisa prévia pra não ficar a mercê de lojas de conveniência onde as coisas são mais caras. . 🥦leve frutas e oleaginosas com você. Elas salvam a gente de quaqluer aperto! Tenho aproveitado para comprar as frutas e castanhas que estão em temporada aqui 😀 . 🥦liste os grupos de alimentos que você vai precisar Eu preciso de leguminosas, folhas verde escuras, bolacha de arroz integral, frutas da estação, cítricos e leite vegetal. Dessa forma, compro esses elementos semanalmente alternando a variedade: hora feijão branco, hora lentilha, hora morango, hora maçã verde, por exemplo. . 🥦defina o que você está disposto a comer na rua Se eu comesse nas padarias e cafeterias das ruas que passo minha alimentação seria bem pobre em nutrientes: pães e bolos. Mas como eu também posso estar sem lanches comigo, me permito comprar sucos verdes e castanhas torradas. E paellas veganas, claro! . 🥦cozinhe coisas práticas se tiver possibilidade Aos finais de semana, eu faço uma leguminosa (feijão, lentilha e grão de bico) com vegetais pra garantir minhas doses diárias de ferro e proteínas. Coloco na geladeira e sempre esquento para comer no almoço ou na janta. . Claro que sinto falta de arroz e feijão, dos sucos com tudo que eu tinha na geladeira e dos meus bolinhos! Mas estou feliz (e me sentindo bem) com o que dá pra fazer! . Tudo que a gente acredita que é bom pode virar ação no nosso dia-a-dia! 🌿 . E como você faz pra manter uma alimentação natural quando viaja? Conta aí 😊

Uma publicação compartilhada por Lud L. Alves (@bistroveg) em

Se é vegetariano, tem as croquetas e as torilla de patatas para provar.

A recomendação é sempre pesquisar antes de ir porque aqui isso não é comum, então não fiquei à mercê da sorte! Outro dia em uma lanchonete vegana, a dona contou como isso ainda é novo em Madrid: as pessoas que chegam lá para comer ainda não sabem o que é uma comida vegana.

Por fim, gosto de reforçar que, apesar de tudo, difícil é não viver como a gente acredita. 

Venha pra Madrid, passeie bastante, inclusive nas cidadezinhas ao redor, mas pesquise bem onde tem opções que se encaixam em suas necessidades. E leve sempre seus lanchinhos!

Sobre a autora

Ludmila é jornalista, sempre trabalhou com marketing digital e usa sua habilidade com as palavras para falar sobre sustentabilidade, veganismo, finanças e trabalho com sentido de uma forma sincera e praticável no blog Bistroveg.

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A Espanha pelos olhos da brasileira Karina Wanderley

E vamos falar sobre a Espanha! 🇪🇦

Através do Instagram da Calle, conheci a Karina Wanderley, uma brasileira que anda se aventurando lá na terra do nosso amado Alejandro Sanz 😍.

Karina Wanderley / Crédito da imagem: Ezequiel Quirino

Eu conversei com a Karina para saber mais sobre essas experiência. Confira o resultado desse bate-papo 🙂

Há quanto tempo você está na Espanha?

Já morei aqui com meu filho e marido 2 vezes: em 2006, quando passamos 1 ano e meio em Castelldefels, província de Barcelona e, na segunda vez, em dezembro de 2014, quando fomos morar em Sant Boi de Llobregat, Barcelona, sem intenção de voltar.

Foram dois momentos bem diferentes: O primeiro de difícil adaptação, sem trabalho e a ideia era mais nos aventurar do que qualquer outra coisa. Já o segundo, bem mais tranquilos, com certa estabilidade financeira e com a ideia diferente: Não era mais uma aventura, era a vontade de estabelecer uma nova vida.

Em dezembro de 2017, com a crise política na Catalunya, decidimos sair de Barcelona e nos mudamos para a região da Galícia, na cidade de Vigo, província de Pontevedra.

Você já estudava espanhol? Conta pra gente um pouco da sua história com o idioma.

Não estudava o idioma. Acreditava que pelo fato de estar ali, podia aprender convivendo com os espanhóis.

A verdade é que se aprende praticando, convivendo, ouvindo as musicas, vendo o noticiário da TV, lendo… mas eu convivia mais com minha família. Além do marido e filho, minhas 3 irmãs e os sobrinhos que moram aqui, falando o dia todo o português, ouvia e lia português pela internet… isso não me ajudou muito nessa parte!

Me inscrevi em um curso gratuito na cidade de Viladecans, em Barcelona e fiz dois anos. Foi muito bom e valeu a pena.

Hoje, ainda que tenha que falar o português com a família, procuro interagir com gente daqui, ler, assistir TV local.

Por que você escolheu a Espanha?

Por 4 motivos: Pela minha família que morava aqui, pela segurança (um lugar onde meu filho pudesse ir e vir em paz), pela qualidade de vida e pelo idioma que, por se “parecer” com o nosso, acreditei que pudesse nos facilitar a vida.

Quais aspectos da cultura espanhola você mais gosta? 

Adoro esse país e, como eles dizem, me encanta a riqueza cultural de cada região.

O Flamenco de Andalucía, Los Castellets e La Sardana de Catalunya, os Gaiteiros da Galícia, los San Fermines de Pamplona, la Féria de Málaga, la Feria de Abril de Sevilla, el bocadillo de calamar de Madrid en la Plaza Mayor, as festas locais, a paella. Eu poderia escrever milhões de coisas, pois cada região tem a sua peculiaridade. Há festas diferentes cada mês, como a festa do “vino”, a festa do “Pulpo”, la ruta de tapas. A Espanha é riquíssima culturalmente e as pessoas são muito patriotas.

Você destacaria algo como sendo curioso ou, para nós brasileiros, considerado muito diferente? 

Em Catalunya e em Aragon existe a seguinte tradição natalina: no dia 24/12, uma criança “surra” um pedaço de tronco de madeira, pintado com uma cara de um bonequinho adorável e que leva um gorro vermelho e preto e, ao mesmo tempo, a criança canta uma canção que diz assim (traduzido para o português): “Caga tio, tio de natal, não cague sardinhas que são salgadas, cague torrone que são melhores! Caga tio, Amêndoas e Torrone, se não quiser cagar, vou te dar uma porrada com o pau”.

E o tronco, que está coberto por uma manta vermelha, “caga” presentes para a criança. Essa brincadeira é repetida varias vezes porque os pais compram muitos presentes, algo em torno de uns 10. Para mim é uma curiosidade bem estranha!

As novelas também são forte por aí? 

Não existem novelas, mas séries de TV que estão há muitas temporadas como: Aída, Lo que se Avecina. 

De quais artistas espanhóis você mais gosta? 

David Bisbal, Alejandro Sanz, Henrique Iglesias, Melendi, Fito y Fitipaldi, a atriz Penépole Cruz, o ator Antônio Banderas, os Tenores Josep Carreras, Monserrat Cabalet. O pintor Salvador Dali!

Para os brasileiros que estão planejando conhecer a Espanha, qual ou quais lugares você recomendaria? Por quê? 

Meu Deus, uma infinidade de lugares!! Posso falar da Catalunya onde vivi. Barcelona é uma cidade multicultural, cosmopolita, cheia de história e beleza. Indicaria passeios como a Sagrada Família e todas as outras obras de Gaudí, como “A Pedreira”, “Paque Guell”, “Casa Batlló”. “A Rambla das Flores”, “Mercado da Boqueria”, “Barceloneta”, “Anilla Olímpica”, “Palau de la Música”, “Parque da Ciudadela”, “Monjuic” e claro, conhecer o “Camp Nou”, que é o estádio do Barça! Esses são alguns dos lugares que eu conheci e que eu indicaria, mas a Espanha tem uma infinidade de lugares lindos e incríveis para conhecer.

Curtiu a história da Karina? Pois segura essa dica, então: Ela e as irmãs têm o canal As Kas, no Youtube. Lá, a família compartilha mais dessa experiência de morar fora. Confira! 🙂

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Guia Calle Hispánica: Viajando pela Viva Aerobus

Quem acompanha as postagens aqui do blog já sabe que nosso roteiro de viagem de outubro de 2017 foi Cidade do México – Mérida. E, no momento de montar esse roteiro, pesquisei qual seria a melhor forma de chegar a Mérida (localizada na península de Yucatán, lá ponta do mapa!), partindo da Cidade de México (já que os dois lugares ficam relativamente distantes um do outro).

Essa viagem seria possível de ônibus e a empresa ADO conta com ótimas referências entre os usuários. No entanto, esse trajeto dura, em média, 20 horas! 😓

Nós já estávamos quase desistindo desse roteiro dos sonhos, quando, uma amiga (abençoada! 💛) me enviou o link de um post falando sobre a Viva Aerobus, a companhia aérea do México considerada low cost.

Obs.: De avião, a viagem entre o DF e Mérida levaria, em média, duas horas! 😮

No final das contas, optamos pela Viva Aerobus, a viagem aconteceu e o roteiro foi cumprido ao pé da letra! ❤ Porém, acho importante compartilhar alguns pontos de atenção e dicas com relação a essa companhia aérea.

1 – nome na reserva

Pessoal, é MUITO importante estar atento e se certificar de que o nome que aparecerá lá na reserva seja exatamente igual ao nome que aparece no seu passaporte. Parece besteira isso, não?! Pois eu quase paguei 1000 pesos de multa porque na minha reserva faltava o “da” de Fernanda Rosa “da” Silva 😵. Exatamente! 😰

No momento de comprar a passagem, eu coloquei meu nome completinho, mas o sistema misteriosa e inocentemente (ATA! 😐) suprimiu essa partícula do meu nome.

Posso dizer que essa sim foi uma prova de fogo para o meu espanhol! Precisei manter a calma para explicar com toda a segurança do mundo à atendente que eu havia colocado o nome completo. Por fim, posso dizer que a mexicana que mora em mim veio à tona e eu já estava rogandole por la Virgen de Guadalupe que no me hiciera pagar más por um error que no era mio, sino del  “sistema” 😭.

A atendente fue super buena onda conmigo e corrigiu tudo sem que eu precisasse desembolsar a grana. No entanto, ela reforçou umas três vezes que era fundamental sempre checar MUITO BEM se o que apareceia na reserva estava correto.

2 – o peso da bagagem

Se você, assim como eu, tiver o desejo de comprar muitas coisas, como roupas, artesanatos, lembrancinhas, livros etc, então avalie bem o peso da bagagem mais adequado a comprar.

Nós subestimamos nossa ânsia consumista e compramos as passagens com bagagem adicional de 15 kilos. Adivinhem: Na ida para Mérida, nossas malas já estavam com quase 20 kilos. Sim! Hahaha 😅 (Tô rindo agora, mas lá na hora, o coração apertou! 😥)

Resultado: tivemos que pagar por esse excesso lá no aeroporto. Claro que isso saiu mais caro do que se tivéssemos comprado a bagagem adicional de até 23 kg, né!? 😑

Bom, lá na hora de despachar a bagagem, a atendente nos orientou a entrar em contato pelo Serviço de Atendimento ao Consumidor e solicitar esse aumento para que não pagássemos tão caro no retorno de Mérida para o DF. E assim fizemos 🙂.

3 – Tenha um cartão de crédito internacional

A Viva Aerobus não aceita dinheiro em espécie. Então, se você precisar fazer qualquer tipo de pagamento, seja por excesso de bagagem (como eu 😏) ou para fazer um upgrade na sua passagem, você precisará fazer esse pagamento no cartão de crédito 💳.

4 – o tempo de espera (atrasos)

Tanto na ida quanto na volta tivemos problemas com atrasos. E na volta, foi “O atraso”! Tanto que a empresa nos deu um vaucher de alimentação no incrível valor de… 100 pesos!. Obs.: O sanduíche mais barato à venda no aeroporto custava 170 pesos 😒.

Então, fique atento a isso. Não faça um roteiro muito justo e conte com a possibilidade de atrasos para que sua programação não seja prejudicada. Além disso, separe uma graninha extra, para o caso de você precisar complementar sua alimentação.

 

5 – A fila do cheking é a maior!

Pelo amor do que você acredita, chegue ao aeroporto com um ÓTIMO tempo de antecedência (eu disse ótimo, ok?!).

Confia em mim! Por oferecer os melhores preços, a fila para cheking da viva Aerobus são as maiores! Então, prepare o lanchinho, separe um livro bem legal, coloque uma roupa bem confortável e chegue BEM antes ao aeroporto.

A boa notícia é que, ao menos no aeroporto de Mérida, a wifi funcioana maravilhosamente bem 💜! Para que vocês tenham uma ideia, eu assisti aos primeiros capítulos de Papá a Toda Madre mientras esperaba por mi vuelo! (noveleira, né meu povo?! 😅)

Resumindo: Eu voltaria a voar pela Viva Aerobus? Eu diria que depende! No caso de distâncias mais curtas, eu optaria pelo ônibus e, no caso de longas distâncias, como foi Ciudad de México e Mérida, eu pesquisaria outras opções e avaliaria bem.

Mas, no caso de optar pela Viva Aerobus, o faria com dois pés atrás e teria em mente todas essas cinco questões destacadas aqui, para evitar qualquer tipo de desgaste.

Bom, espero ter ajudado! E, se você já viajou dentro do México utilizando outras companhias aéreas, compartilha com a gente como foi sua experiência! 🙂

Abrazos hispánicos 💜

➡ Confira ainda: Guia Calle Hispánica: Roteiro de 3 dias em Mérida (México)

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Luis Miguel, la serie: Tá na Netflix Brasil! ❤

Oi, xente! 🙂

Ontem eu assisti na Netflix ao primeiro episódio da série Luis Miguel e já adianto que curti demais! 😍

O ator Diego Boneta foi o escolhido para interpretar el Sol de México e, nesse primeiro episódio, ainda tivemos a ilustre participação do cantor em uma das cenas.

Obs.: Quem assistiu à novela Rebelde, vai lembrar do ator, que viveu o personagem Rocco, amorzinho da Vick (Angelique Boyer) 😅.

Já por esse primeiro capítulo, é possível perceber que, conforme prometido, a série vai caminhar pelas trilhas mais nebulosas da história do cantor mexicano. Ou seja: as questões mais delicadas (e, até mesmo invasivas) sobre a vida privada de Luis Miguel serão abordadas com o consentimento dele. Sim! Pela primeira vez o cantor aceitou contar sua versão sobre a sua própria vida.

Tem certeza de que não é o Luis Miguel? 

Imagem: Latin Pop

Sim, a caracterização do Diego Boneta está muito boa! Inclusive, ele fez até um tratamento dentário para ter aquele espacinho entre os dois dentes da frente (uma das marcas do Luis Miguel!). Mas, o que REALMENTE me chamou a atenção é a forma como o ator “vestiu” tão perfeitamente o “ser Luis Miguel”. Da forma de andar e de mexer no cabelo, até os trejeitos tão característicos do cantor ao se apresentar!

Resumindo: enxergamos Luis Miguel em cada movimento! rsrs E isso já faz da série um prato cheio para quem é fã! ❤

Ao total, Luis Miguel – La Serie contará com 13 episódios e, como a produção também está sendo transmitida aos domingos, na tv aberta de alguns países, a Netflix irá colocar um novo episódio a cada segunda-feira.

Então, anote aí na agenda: Segunda-feira, dia de colocar o espanhol pra jogo com  Luis Miguel ✏📋😆 .

Y además…

Te dejamos una entrevista con Diego Boneta, en la que el actor y cantante habla sobre su trabajo en la serie 🙂

Confira também:

➡ 10 músicas do cantor Luis Miguel que não podem faltar na sua playlist

➡ Ouça “¡México por Siempre!”, novo álbum de Luis Miguel

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En Español: El drama que nos gusta

Y si hablamos en drama, ¿pensamos en qué? 🤔🤔🤔

Pues sí, mi gente buena, vamos a hablar sobre las telenovelas latinas 📺.

Ya deben de saber ustedes que soy una aficionada por las telenovelas (💜) y que esas me han ayudado muchísimo a mantener contacto con el español, especialmente después de haber terminado el curso regular.

Pero hoy yo no vine a hablarles sobre la ayuda que esas producciones le han dado a mi aprendizaje. Hoy vine a hablarles sobre el drama. Mejor: sobre el drama que nos gusta 💓😜.

Muy seguramente ya han escuchado (o quizá, ustedes mismos lo han dicho) que las telenovelas son aburridas porque son demasiado dramáticas y suelen contar historias muy irreales. A fin de cuentas, ¿Quién descubre al azar una hermana gemela en el baño de damas de un elegante casino en Cancún? ¡Y más! ¿Quién es obligada a sustituir esa mala hermana y termina por salvar una fábrica de cerámica de la ruina, poner fin a los berrinches de un muchachito aburrido (¡qué flojera nos da el Carlitos ese! 😑), sacar del vicio del alcohol una anciana y, aun, ganarse el corazón del cuñado (qué sí es bien tonto, pero sí, es todo un bombón 😆)?

Sí, sabemos que historias así van “un poquito” más allá de lo posible. Pero, tal vez, a nosotros aficionados por las telenovelas, sea justo ese carácter irreal lo que nos guste un chorro, ¿no? 🤔

Las telenovelas sí nos traen muchos elementos de los cuentos de hadas, pero ya no con manzanitas o zapatitos.

Me explico. Las telenovelas latinas, esas que son bien cargadas de drama, suelen llegar a nosotros con un mensajito implícito: “Estimado televidente, empezamos aquí este viaje. Te vamos a presentar estos amiguitos y toda su historia. Sin embargo, te advertimos que, en un dado momento, todo va empeorar mucho. Ahí sí que vamos a tener muchísimas lágrimas. Agua salada cayendo por los ojos de los buenos (así que mantén tu pañuelo siempre cerquita). Pero puedes venir sin miedo porque te aseguramos que al final sale el Sol”.

Y ahí está la diferencia cuando las comparamos a las producciones brasileñas: Dime, ¿Cuándo se vio en el último capítulo de una telenovela mexicana, por ejemplo, un villano salirse con la suya?

Ese tipo de cosa no suele pasar en las producciones de países como México, Argentina, Venezuela y Colombia, por ejemplo. Eso porque como he dicho más arriba, ellas nos traen aquel mensajito que nos garantiza que todo va a salir mejor. La gente mala va a pagar y los buenos serán felices. El hecho de que sepamos muy bien que en la vida real no siempre las cosas son así, no nos quita para nada el anhelo de mantener viva la esperanza de que sí, tarde o temprano, el sol siempre regresa ☺🌞.

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Guia Calle Hispánica: Roteiro de 3 dias em Mérida (México)

Por que Mérida? 🤔 Eis a pergunta que muitas pessoas me fizeram quando eu dizia que esse lugar estava no meu roteiro de viagem ao México.

Eu conheci a cidade através da telenovela (TINHA QUE SER! 😅 Hahaha) Sortilégio. A produção da Televisa, de 2009, era ambientada em Mérida e também em Valladolid, que está construída sobre o antigo centro cerimonial maia de Zací.

Lembro que assisti à novela em 2013 e fiquei simplesmente encantada com aqueles ares de cidade pequena, cheia de vida e de cores! 💜

Mérida, Yucatán

Então, daí vem meu interesse por esse lugar! 😄

Nosso roteiro por lá foi mais curtinho, mas igualmente incrível! Aí vão as dicas preciosas!

1° dia

Nós nos hospedamos a uns 15 minutos de ônibus do Centro de Mérida, mas não vimos nisso um problema. A passagem lá custa bem baratinho, apenas 8 pesos e, praticamente todos os ônibus passam pelo Centro.

Para esse primeiro dia, nos programamos para conhecer os lugares históricos do Centro, como o Palacio de Gobierno, Catedral de San Idelfonso, Centro Cultural Olimpo e Pasaje Picheta. A entrada em todos esses lugares é gratuita e eles ficam muito próximos um ao outro, dispensando transporte.

Palácio de Gobierno, Mérida

Palacio de Gobierno, Mérida

Catedral de San Idelfonso, Mérida

No entanto, nós optamos por embarcar no turibus (120 pesos por pessoa), que faz um tour bem legal por todos esses lugares, explicando alguns detalhes sobre cada um deles, e ainda vai até o Monumento a La Patria, que aparecia em cena sim e cena também sim na novela Sortilégio rsrs.

➡ Obs. 1: Acho importante não programar muitas coisas para esse primeiro dia. Pessoal, eu sou carioquíssima da gema e lhes digo com toda a segurança: O calor que faz em Mérida é BEM, BEM parecido ao do Rio de Janeiro 🔥😥. Então, se você não está muito acostumadx a temperaturas altas, sofrendo com quedas de pressão e moleza no corpo, vai por mim. Programe um primeiro dia mais tranquilinho e aproveite para ficar pelo Centro de Mérida, conhecendo de boas os lugares históricos, que já será um roteiro recheado de cores! 😍

2° dia

Para o segundo dia, nós compramos um tour BEM LEGAL que tinha a seguinte programação: A cidade amarilla de Izamal , visitação a um Cenote, Chichen Itzá e a cidade de Valladolid.

Conforme expliquei lá no roteiro de 5 dias na Cidade do México, os tours compartilhados têm a desvantagem do tempo, já que as visitas são todas com hora marcada para terminar. No entanto, para nós, ainda assim foi positivo, já que não tivemos as preocupações do tipo “como chegar até lá e como voltar”. Lembrando que esses lugares contemplados pelo tour estão localizados fora de Mérida.

Izamal

Izamal, um dos 111 Pueblos Magicos de México, fica a 1 hora de carro de Mérida. Seu nome significa Rocío del Cielo 😍.

A cidade colonial foi construída sobre os vestígios de uma antiga cidade maia e a cor amarela que vemos em praticamente todas as construções é uma referência às cores do Vaticano. Isso porque em uma das visitas feitas pelo Papa, decidiu-se unificar o povoado, pintando-se as construções de uma só cor.

E a Ciudad Amarilla foi a primeira parada do nosso tour. Lá, encontramos o Templo de la Purísima Concepción, o ex-Convento de San Antonio de Padua, a pirâmide Kinich Kakmó, uma feirinha de artesanato, comida típica, além de um banho de história e cultura.

➡ Obs. 2: A dica para visitar Izamal é a seguinte: carregue bem a bateria do seu celular e/ou da sua câmera e torça para o tempo colaborar. Isso porque o sol, o azul do céu e a cora amarela do lugar dão um contraste INCRÍVEL para as fotos! 📸💛

Chichén-Itzá

Se o seu roteiro inclui a Penísula de Yucatan, então, pelo amor do que você acredita, não deixe Chichén-Itzá de fora. O sítio arqueológico foi eleito uma das sete maravilhas do mundo e nos traz um misto de beleza, magia e mistério ✨.

Para os mexicanos que apresentam um documento de identificação oficial e com foto, a entrada é gratuita. Já para nós, o ingresso custa em torno de 270 pesos.

➡ Obs. 3: No sítio arqueológico há MUITOS vendedores ambulantes e eles se empenham bastante em vender sus artesanías. Tanto que alguns até arriscam um pouco de português 😄 rs.

A questão é: Assim como em Teotihuacan, na Cidade do México, em meio a tantas peças e preços, é importante estar atento para não comprar gato por lebre, ok? 😉

Ao contrário da Pirâmide do Sol, que fica lá em Teotihuacan (DF), não é permitido escalar essa belezura de pirâmide aí de Chichén-Itzá. Mas, vamos combinar?! A foto em frente já tá valendo, né non?! 😍

Cenote

Ah, os cenotes… 💕 Lá no site oficial do Visit Mexico, eles definem cenote como um afundamento no solo de pedra calcária da península de Yucatán. Graças aos rios subterrâneos da região, com o passar do tempo, formaram-se cavernas e piscinas naturais nesses afundamentos.

Um cenote pode ser aberto, semi aberto ou fechado. Nós visitamos um fechado, que foi descoberto no quinta da casa de uma senhora (mega sortuda!). Lá em Mérida, quem descobre um cenote em suas terras, é legalmente considerado dono. A senhorinha, esperta que é, construiu uma estrutura para receber os turistas e passou a cobrar a taxa de 50 pesos por pessoa, pela visitação. Esse preço inclui também o colete salva-vidas.

Gente, o visual é simplesmente MÁGICO ✨

Cenote fechado

Valladolid

Sou suspeitíssima para falar sobre Valladolid! A cidadezinha, tradicionalmente conhecida como La Capital del Oriente Maya, também é um dos Pueblos Magicos de México e tem um clima super gostoso! ❤

Valladolid está construída sobre o antigo centro cerimonial maia de Zací. No centro da cidade encontramos o Parque Francisco Cantón Rosado, onde também está a igreja de São Servacio (Teve cena da personagem Maria José, de Sortilégio, chorando nessa igreja, mi gente buena! 😄 rsrs).

3° dia

➡ E esse terceiro dia já entra inteirinho como dica! Se você curte feirinhas, artesanatos e un chorro de productos regionales, então reserve um dia inteirinho para passear pelas lojinhas do centro de Mérida 👣.

Ainda que você não vá comprar, vale muito à pena esse passeio para conhecer e registrar la artesanía regional.

Confira ainda:

➡ Guia Calle Hispánica: Viajando pela Viva Aerobus

➡  Guia Calle Hispánica: 5 coisas que ninguém te conta sobre a Cidade do México

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