Calle Hispánica

Um passeio pela cultura em espanhol

Somos insistência, somos resistência, SOMOS latinos!

[ALERTA: Post para reflexão🤔]

Respira fundo e conta comigo: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela. (Ufa!) Eis os países que, oficialmente compõem a (nossa!) América Latina (🌎). Seja falando português ou espanhol, quem nasce nessa região, latino é.

No entanto, ser latino vai muito além do traçado estampado no mapa (concordam?). Os habitantes desses países têm muitas questões em comum. Pertencemos a um caldeirão cultural e somos sinônimo de cor, energia, calor e ritmo. Mistura nos define! Temos biodiversidade e fartura por todos os lados. Mas dizem por aí que estamos ‘em desenvolvimento’. Desigualdade é um fantasma que ainda estamos longe de exorcizar (😥). Mas somos insistência e resistência, somos luta!💪

E refletindo sobre tudo isso, surgem as seguintes perguntas: Temos a plena consciência de que nós, brasileiros, somos latinos? De fato nos enxergamos como tal? Estamos conscientes de que toda vez que um presidente despeja, sem nenhuma cerimônia, ofensas contra os latinos, ele não está se referindo apenas aos mexicanos? Ora, não se trata de ‘latinos, eles’. Trata-se de ‘latinos, nós!’.

Vivemos um momento importante em que (graças aos que não se cansam e não se calam 🗣) vozes, antes ignoradas, começam a ser ouvidas. Sim, o processo vem acontecendo despacito. Mas o importante é que aconteça!

E qual o nosso papel, enquanto latinos, nessa história toda? De forma resumida, ¡Si tú eres latino, saca tu bandera! 

Vamos trazer o nosso olhar de volta para a nossa própria cultura latino-americana? Vamos resgatar nossa história e valorizar toda essa cultura increíble que está ao nosso redor (e da qual fazemos parte!)?

Já estamos carecas de saber como é Miami, como é a Times Square, como é a Disney. Mas e a nossa latinidade? Queremos clipes que apresentem aos quatro cantos do planeta a cara das ruas cubanas e porto-riquenhas. Queremos sucessos que reflitam essa cultura e que, pasito a pasito, suave, suavecito façam o mundo dançar ao nosso ritmo. Queremos séries mostrando a cara da Guatemala, a cultura do Equador, o dia a dia no Panamá. Vimos o México estampado em Ingobernable e, simplesmente, amamos!❤ Agora queremos mais!

Somos latinos e queremos conhecer melhor as nações irmãs que nos cercam e compartilham conosco as dores e delícias de viver essa latinidade nossa de cada dia. Queremos nos identificar, queremos sentir que o que vemos e ouvimos faz o nosso coração pulsar, vibrar e bailar!

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‘Y, ¿Si Fuera Ella?’: Alejandro Sanz lança nova versão da música

Imaginem um dos maiores sucessos de Alejandro Sanz (❤) sendo interpretado por 17 artistas. DEZESSETE! 😮 Pois foi exatamente isso que o cantor espanhol fez.

Faltando um pouco mais de 1 mês para o show ‘Más es Más‘, que celebra sua carreira e também os 20 anos do álbum Más, Alejandro Sanz relançou nesta sexta (19/05) o tema Y, ¿Si Fuera Ella?.

A nova versão é interpretada por: Pablo Alborán, Malú, David Bisbal, Antonio Carmona, Manuel Carrasco, Jesse & Joy, Juanes, Pablo López, Vanesa Martín, India Martínez, Antonio Orozco, Niña Pastori, Laura Pausini, Abel Pintos, Rozalén, Shakira y Tommy Torres. (Puro lacre!✨)

Confira o resultado 🙂

E a música de cara nova não é apenas um esquenta para o tão esperado show do dia 24 de junho. Todos os diretos dessa nova versão serão destinados à Save The Children, organização não governamental de defesa dos direitos da criança no mundo.

Confira também: É fã do Alejandro Sanz? Então reserve o dia 24 de junho na sua agenda

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Novela mexicana: confira os 5 temas de abertura mais ¡Ay, Caramba! 😜

Vamos falar sobre telenovelas latinas? 😍 Vamoooos! 😆🎉

E hoje a Calle Hispánica traz as 5 aberturas de novelas mexicanas mais ¡Ay, Caramba! da TV (e que a gente simplesmente ADORA!❤).

Obs.: O tema dessa playlist é a pegada ¡Ay, Caramba!. Logo, vocês já imaginam quem é a rainha desse post, né?! 🤔 Sim, ela mesma! Thalia 🙂

María, María la del barrío, no, no llores más…

Es una descarada…

Aquí­ está tu Rosalinda para vivir en tus sueños…🌹

Y cuando manda el corazón… 💘

Voy a presentarte a esa…

Dessas 5, qual a sua favorita? Compartilha sua opinião com a gente 🙂

Confira também: Dublagem de novela latina não é de boa qualidade? Mito!

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Mis Planes Son Amarte: Ouça o novo álbum de Juanes

[E habemus álbum novo na área! 😍]

Juanes lançou na última semana Mis Planes Son Amarte, seu novo disco (que, inclusive, já se encontra disponível em todas as plataformas digitais 😉).

BCharts / Reprodução

Cada uma das 12 faixas interpretadas pelo cantor conta com um vídeo, além do clipe (olha ele colocando o lado ator pra jogo!😜), caracterizando este trabalho como um álbum visual.

Fuego – Intro

Fuego – Clipe

Mis Planes Son Amarte

Eu diria que o álbum é diversificado (o que me parece ótimo!). Tem balada, tem música que pulsa na batida do ritmo urbano, tem música que traz uma mistura mais eletrônica e tem até música en inglés!

O que eu amei: Passeando entre as canções, é como se texturas e matizes fossem palpáveis. Algumas músicas me remeteram a um estilo Maroon Five, outras me pareceram ter uma pegada mais estilo Jamiroquai. Mas TODAS as faixas apresentam o carimbo Juanes, que a gente ama porque ama! 💜

Obs.: Minha favorita já é a canção que leva o mesmo nome do disco! Na cadência suave do jazz, a música é simplesmente uma delícia de se ouvir

O novo trabalho de Juanes traz, ainda, a participação do também colombiano Fonseca (Juanes e Fonseca cantando juntos! Pensa! 😍) e da cantora Kali Uchis.

Confira as faixas de Mis Planes Son Amarte 🙂

Curtiu as músicas? Já elegeu uma favorita? Então compartilha sua opinião com a gente! 🙂

Y además…

Te dejamos una entrevista en la que Juanes nos cuenta un poco más sobre su carrera y también sobre nuevo proyecto.

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Leitura: Dica para quem quer ler mais livros em espanhol

Ler livros em espanhol é uma das formas infalíveis para melhorar o idioma. No entanto, eu sempre tive dificuldade para encontrar essas obras à venda aqui no Brasil. E quando encontrava alguma numa livraria, geralmente ela estava a um preço quase obsceno.

(Quem  nunca sofreu a dor de se apaixonar por um livro pelo qual não podia pagar? 📚😭)

E durante muito tempo foi essa sofrência na minha vida (😒).

Até que duas amigas me apresentaram aquele que viria a ser mi mejor amigo 🙂💜Estou falando do Kindle!

Obs.: Este post não é um publi, ok? (inclusive, a fatura do meu cartão comprova isso 😂). Sei que há outros E-readers no mercado, mas falo do Kindle por ser o dispositivo que tenho 🙂

Antes de conhecer o Kindle e descobrir suas funcionalidades, eu achava que esse era mais uma espécie de computador num formato compacto. E não é que eu estava totalmente enganada!? O Kindle, na verdade, simula perfeitamente uma página de livro. Sem aquela luz que cansa nossos olhos, sem dor de cabeça, super levinho, com capacidade de armazenar um mundo de livros e com uma bateria que chega a durar meses! (Sim, eu disse meses, pessoal! 😮 Especialmente se você ativar o modo avião #FicaAdica 😉).

E depois que adquiri essa belezura, pude, finalmente, dar mais atenção à leitura em espanhol. Isso porque é muito mais fácil encontrar, disponível na internet, a versão digital das obras. Um exemplo disso é o livro La Mujer Habitada, da nicaraguense Gioconda Belli. Consegui ter acesso a essa obra incrível graças a mi mejor amigo 🙂

Além de livros, o Kindle também permite que você envie da internet páginas de sites e artigos. Ou seja: sabe aquela reportagem do El País que você achou super interessante, mas não tem paciência para lê-la por completo na tela do computador? É só enviar para o Kindle e você poderá ler aquele conteúdo com mais conforto.

Então, essa é a dica de hoje! Se você ama ler, mas sente falta de ler en español pela dificuldade de encontrar livros físicos nesse idioma, o Kindle pode ser uma ótima ferramenta! É pesquisar, adquirir e ler! Simples assim ❤

E às amigas que me apresentaram a essa belezura (Paulinha e Polly): vocês brilham, muchachas 💛

Confira também: Resenha: A Mulher Habitada, de Gioconda Belli 

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5 músicas em espanhol que ganharam versões brasileiras

Hoje a Calle Hispánica vai embarcar no túnel do tempo para trazer 5 músicas em espanhol que você provavelmente já ouviu em português.

(Sim, eu AMO versões e vocês já devem ter notado isso 😜 rs)

A primeira da lista dispensa comentários! Conhecida por aqui () na voz do cantor Fagner, a música, na verdade, é uma versão de Borbujas de Amor, do dominicano Juan Luis Guerra.


Sim, sim, sim! A música que ficou conhecida na voz do grupo Br’oz (eu sei que você já cantou essa música no verão passado 😄 rsrs) é versão de Fruta Fresca, do colombiano Carlos Vives.


“Vida, devolva minhas fantasias
Meus sonhos de viver a vida
Devolva-me o ar…” 

Exatamente! Um dos maiores sucessos interpretados pelo KLB é a versão brasileira de A Puro Dolor 🙂

Teve música em espanhol que virou pagode? Teve! Todo Cambió, da banda mexicana Camila ganhou uma versão brasileira do cantor Belo.

E quem se lembra de Choram as Rosas, da dupla Bruno e Marrone? A música é versão de Lloran las Rosas, sucesso do cantor Cristian Castro.

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Dica de leitura: Las Cosas Del Querer, de Flavia Álvarez

Enquanto pesquisava sobre o trabalho das humoristas gráficas do momento, descobri o livro Las Cosas Del Querer, da ilustradora espanhola Flavita Banana, nome artístico de Flavia Álvarez.

Literary Rambles / Repródução

Investiguei (sem qualquer tipo de esperança) se o livro estava à venda aqui no Brasil. E qual não foi a minha surpresa ao descobrir que a Livraria da Cultura vende a versão digital da obra. (E o melhor, por 21,90!😍)

Como eu já havia sido fisgada pelo trabalho da Flavia (divulgado em suas redes sociais), não pensei duas vezes e comprei o livro!📖🤓

O que achei

Já estamos acostumados a pegar um livro e mergulhar naquela história, correto? Vamos velejando página após página e, quando chegamos ao fim, a sensação é a de quem volta à superfície do mar.

Com Las Cosas Del Querer não acontece assim. E isso, para mim, é o melhor desse livro! A mulher retratada nas ilustrações de Flávia Álvarez traz à tona questões tão nossas… conflitos, pensamentos, ideias que nem sempre são doces, mas que vez ou outra dão uma voltinha pelos corredores da nossa mente. De acordo com a própria ilustradora, a personagem pode ser definida como impulsiva e, ao mesmo, cheia de medos (quem não?!). Por isso, em cada página que a gente lê, rola uma risada divertida e, cinco segundos depois, nos surpreendemos ao nos encontrar ali, naquela mensagem gráfica (e confesso que várias vezes me peguei perguntando “mas como ela consegue fazer isso? 🤔 rs).

Butxaca / Reprodução

 

Então, amigxs, fica a dica de leitura. Las Cosas del Querer é o tipo de livro que a gente lê numa tarde! É divertido, é inteligente, mas sem abrir mão da reflexão (com pitadas de ironia) sobre diferentes tipos de ‘querer’.

Y Además…

Calle Hispánica entrevista a la ilustradora Flavia Álvarez 🙂

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Además: Calle Hispánica entrevista a la ilustradora Flavia Álvarez

Para conocer más sobre la carrera y sobre el trabajo de Flavia Álvarez, Calle Hispánica entrevistó a la ilustradora 🙂

@FlavitaBananaIlustracion / Reprodução

¿Cómo fue que te descubriste ilustradora?

La verdad es que todos somos ilustradores desde pequeños, dibujar es parte de la educación. Algunos sencillamente seguimos haciéndolo, los únicos que hacen un cambio son aquellos que dejan de dibujar. Siempre dibujé, incluso durante la educación secundaria (donde me especialicé en ciencias). Cuando llegó la hora de ir a la universidad, yo me decidí por los estudios artísticos, pese a que no tenía más formación que la propia. Fallé la prueba de acceso a Bellas Artes (obvio) pero me inscribí en la Escuela Massana de Barcelona, un centro artístico donde impartían una carrera semiprivada. Después de esos 4 años tambien cursé allí el ciclo de ilustración, aunque si lo pienso nunca creí que me fuera a dedicar a esto. Quiero decir, a nivel estético no resaltaba, y durante mucho tiempo creí que sólo eso importaba.

Y de Flavia Álvarez hasta Flavita Banana, cuéntanos cómo ha sido este camino.

No creo que una se haya convertido en la otra. Yo sigo siendo Flavia, y Flavita Banana es el nombre que puse para no firmar con mi nombre, sin más. Sí es verdad que las viñetas que empecé a firmar con ese nombre aparecieron uno o dos años después de terminar mis estudios, cuando ya estaba casi convencida de que seguiría trabajando toda mi vida en la restauración o los call centers, y que dibujar sería algo anecdótico. Me cansé de intentar hacerlo bonito, y empecé a poner texto y decir mis verdades. Era algo terapéutico supongo, abrirse tanto a los demás. Abrí la página de Facebook y de ahí hasta ahora.

¿Sobre qué NO es ‘Las Cosas del Querer?

No es sobre los hombres y mujeres normativos. No es sobre la feminidad ni la masculinidad como algo separado. No es sobre el amor romántico ideal. No trata sobre nada establecido, inamovible ni verdadero. Es sólo un punto de vista, una manera de ver las cosas que pretende dar a entender que hay mil maneras de ser, que nadie es mejor que nadie.

¿Quién es la mujer que dibujas en el libro? ¿Cómo la presentarías al público que va a leerlo?

No la asocio a nadie real, es más bien un ente que representa a todos y todas aquellas que pese a tener muy claro cómo quieren que sean las cosas, también son un mar de dudas. Es alguien confiado, combativo, impulsivo y lleno de miedos. Sé que suena contradictorio, pero ahí está la gracia, supongo que ahí está la clave de muchos de nosotros. Somos cambiantes, débiles a veces, y eso no tiene nada de malo.

Cuando terminé de leer el libro, me pregunté: “Cómo hace ella para hablar tan directamente conmigo si ni siquiera me conoce? Entonces, ¿Cómo haces para hablar con todas y, al mismo tiempo, también con cada una?

La verdad es que nunca visualizo al lector o lectora, junto pensamientos que se me han pasado a mí por la cabeza o en la vida real, y cada vez me sorprendo con que tanta gente se sienta identificada. Somos muchas personas sobre la tierra, y supongo que es normal que muchos nos sintamos igual. También creo que nuestra generación tiene esa incertidumbre en común, somos la generación de la total libertad, de todas las posibilidades, y eso nos ha hecho ser inseguros e incoherentes. No sé si es malo o bueno, yo intento que nos riamos de ello.

¿Dirías que tu trabajo es feminista?

Tanto en el libro como en las viñetas de las redes defiendo que los rasgos “masculinos” y “femeninos” de carácter no son implícitos en el sexo con que se nace. No juegas con camiones porque naciste chico, ni te pintas las uñas por nacer mujer. Te enseñan a ser así. Sin embargo todos somos capaces de todo, tanto a nivel físico como intelectual (obviemos el embarazo/parto). Para mí no debe haber ninguna diferencia de derechos entre unos y otras, ni debería haber cambios de comportamiento por estar frente a un sexo o el otro. No defiendo que se sostenga la puerta a la mujeres, que se haga pagar la cena/copas a los hombres, que la caja grande la cargue el hombre pese a que ambos están en la misma condición física. Y esto son ejemplos inofensivos comparado con las enormes diferencias que se dan en el mundo. Así que sí, obviamente mi trabajo es feminista, porque yo lo soy. Igualarnos sólo nos beneficiaría a todos. Y se escapa a mi comprensión que alguien no lo sea.

Es un hecho que nosotras mujeres hemos conquistado cosas importantes, pero también es un hecho que todavía tenemos un largo camino por delante. ¿Cómo ves nuestra situación actualmente?

Sólo puedo hablar desde la perspectiva que conozco, la de mujer blanca joven heterosexual europea. Vamos, una posición muy cómoda. Soy mujer pero todas mis demás “características” me colocan en la cumbre de lo fácil. Por eso muchas veces intento que se entienda que la lucha por los derechos de la mujer no se distancia de cualquier otra lucha contra la discriminación, ya que ese combinado de origen, orientación sexual, edad, raza, es una lotería y sea cual sea tu situación el mundo debe ser capaz de entender que tú tienes los mismos derechos que el resto. Las mujeres estamos logrando cosas porque somos la mitad del planeta y las cosas caen por su propio peso, las nuevas generaciones empiezan a ser conscientes de que no hay una jerarquía hombre-mujer. Eso no se logra haciendo que los hombres nos teman, si no borrando las diferencias, mostrando que somos lo mismo. Todavía falta mucho, pero ya se empieza a valorar el trayecto profesional de las personas independientemente de su género.

¿Los hombres también pueden identificarse con tu libro?

Obviamente. Y no son pocos los que ya lo tienen y lo leen. Todas hemos visto películas de James Bond y viéndolas hemos podido pensar ¿qué habria hecho yo en esa situación?. El mundo de la cultura nos ha martilleado con personajes masculinos como neutros, y femeninos como “para mujeres”. En mis viñetas aparecen casi siempre mujeres, pero no hablo de cosas de mujeres. Hablo de cosas de personas (vivo con 3 chicos desde hace años, créeme que sentimos igual) e intento que, con constancia, se logre identificar cualquier género. Basta con echar una ojeada a los comentarios de mis viñetas en instagram, hay muchas chicas pero también chicos diciendo que les ha pasado. Soy optimista, creo que por lo menos en mi caso se está entendiendo que no me dirijo sólo a las mujeres.

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Netflix mandou avisar: Vai ter série sobre a vida do cantor Luis Miguel!

Já havia mencionado aqui na Calle que vêm por aí duas séries sobre Luis Miguel. Uma produzida pela Univision, (emissora de TV americana com a programação em espanhol) e outra pela Netflix.

Eis que na última semana, nossa queridinha (❤) lançou o trailer da série biográfica, que estreará em 2018, na Espanha e América Latina.

Confira o trailer! 📺

Figura polêmica, Luis Miguel sempre buscou manter sua vida privada bem longe dos holofotes midiáticos. Inclusive, dizem por aí que conseguir uma entrevista com El Sol de México é um verdadeiro feito! Quando rola, é tudo muito controlado por sua equipe (tudo mesmo, das perguntas que são feitas até as selfies tiradas com o cantor!😮).

Mas, espera-se que a série bote pra jogo todas as tretas que marcaram a vida de Luis Miguel. O desaparecimento da mãe quando ele ainda era criança, os problemas do pai com o álcool, as festas babadeiras do cantor, seus excessos e caprichos, sua relação com a filha Michelle Salas, os relacionamentos amorosos, os problemas que levaram Luis Miguel a desaparecer dos palcos e, por fim, o reaparecimento, o ‘Eclipse de El Sol’ (☀).

Há mais de dez anos sem lançar um álbum, afastado dos palcos e enfrentando ações judiciais que vêm dando o que falar, essa produção da Netflix é encarada com uma oportunidade de levantar a carreira do cantor e melhorar sua imagem.

Esperamos, de verdade, que a série seja todo un éxito! ✨🍀✨ (afinal, o homem é um Sol de talento, não é meus amigxs?!).

Pelo menos, nós aqui já queremos 2018 (que trará também a 2° temporada de Ingobernable!) 🙂

E enquanto a série não chega, confira as 10 músicas de Luis Miguel que não podem faltar na sua playlist

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Dobradinha: 5 músicas metade em espanhol e metade em português 🙂

Que o espanhol é um idioma incrível e cheio de charme, isso a gente já sabe! Afinal, a Calle Hispánica reafirma essa verdade em cada postagem 💜 rs

No entanto, também é verdade que quando rola uma dobradinha Espanhol/Português, a gente simplesmente ama! 😍

Por isso, separamos 5 músicas que transitam entre esses dois idiomas e que contam com a participação dos nossos artistas brasileiros 🇧🇷

(Obs.: Sim, é claro que o Alejandro está nesta lista 😜❤)

Confira! 🙂

Miedo – Julieta Venegas e Lenine

Ilusión – Julieta Venegas e Marisa Monte

Donde está el amor – Pablo Alborán e Tiê

Bailando – Enrique Iglesias e Luan Santana

Corazón Partío – Alejandro Sanz (❤) e Ivete Sangalo

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