Calle Hispánica

Um passeio pela cultura em espanhol

Mês: junho 2018

Língua Espanhola: Uma ponte entre pessoas, países e culturas

A língua espanhola é uma combinação mágica para muito de nós, não é mesmo? Seja pela sonoridade, seja pela engenhosa articulação entre substantivos, verbos, pronomes e artigos ou, ainda, pelo sentimento que nos desperta quando hablamos. Como diria Tiago Iorc, o coração dispara, tropeça quase para! 😆

Desde mi más humilde punto de vista, esse é, sem dúvidas, um idioma que conquista ❤.

(Sim, como normalmente dizemos em português, é muito amor, é amor pra caramba! 😍)

Mas, e quanto à história da língua espanhola, pessoal? Será que conhecemos o contexto de surgimento e o papel desempenhado por esse idioma atualmente? 🤔

Justamente para nos ajudar a refletir sobre essas questões, entrevistei o doutor em Filología Hispánica, José Luis Ramírez Luengo, que desenvolve uma pesquisa baseada fundamentalmente na história da língua espanhola na época moderna, tanto na Espanha quanto na América.

Origem

De acordo com José Luis, para analisarmos o nascimento da língua espanhola é preciso levar em conta um processo ainda mais amplo, que foi desaparecimento do latim, ou melhor, a transformação do latim nas diferentes línguas românicas, o que ocorre em algum momento entre os séculos V e IX, depois de Cristo.

“Nesse período produz-se uma transformação radical na cultura dos povos falantes de latim, que faz com que essas pessoas também comecem a perceber sua forma de falar como algo diferente do que antes existia, como algo afastado do latim”, explica José Luis.

O pesquisador também destaca que é preciso levar em conta que, com o passar do tempo, as diferenças entre os diversos dialetos do latim tornaram-se maiores, o que dificultava a comunicação entre os usuários dessa língua.

“Naturalmente, não é fácil saber em que momento os falantes tomam consciência de que estão falando outra língua e, por isso, é tão difícil dizer quando surge o espanhol. No entanto, há um indício que podemos levar em consideração, que é o momento em que aparecem textos em línguas romances. Tendo isso em mente, podemos estabelecer o século IX como o momento em que já existe tal consciência, algo que textualmente  se reflete, por exemplo, nos Juramentos de Estrasburdo (842) para o caso do francês e, um pouco mais tarde, para o espanhol, nas Glosas Emilianenses, do início do século XI”, explica o doutor em Filología Hispánica.

Espanhol ou Castellhano?

É muito comum encontrarmos os termos ‘espanhol’ e ‘castelhano” referindo-se ao mesmo idioma. Diante disso, paira no ar a seguinte questão: Afinal de contas, existe alguma diferença entre um e outro?

José Luis esclarece que partindo da ideia de que os dois conceitos se referem à mesma realidade (a língua compartilhada pela Espanha e pelos vários países da América), a verdade é que o uso de ‘espanhol’ ou ‘castelhano’ tem a ver com preferências nacionais ou, ainda, pessoais.

“Os filólogos, às vezes, utilizam esses termos de forma ligeiramente diferente: quando falamos da situação atual, normalmente empregamos a palavra espanhol para nos referir à língua compartilhada e suas variedades nacionais (espanhol da Argentina, espanhol da Colômbia). Por outro lado, usamos o termo castelhano, para nos referir à variedade dessa língua usada atualmente em Castilla, no centro-norte da Espanha. Ainda, quando falamos desde um ponto de vista histórico, preferimos castelhano, para fazermos referência à língua durante o período medieval”.

Língua espanhola hoje

Quanto ao papel desempenhado atualmente pela língua espanhola no mundo, José Luis destaca que o idioma é, sem dúvidas, a principal herança compartilhada pelos hispanohablantes.

“Isso deve servir para desenvolver certa solidariedade e favorecer a integração de todos os povos que a utilizam, sem que isso suponha desproteger ou atentar contra as línguas minoritárias que, junto ao espanhol, se utilizam em todo o mundo hispânico”, explica José Luis.

O Futuro da língua de Cervantes

Olhamos para o passado para entendermos as bases de surgimento do idioma, estabelecemos um paralelo até o presente, avaliando o papel desempenhado pela língua espanhola atualmente e, seguindo esse caminho, pensar sobre o futuro é inevitável.

Para o pesquisador, do ponto de vista de sua estrutura, o espanhol do futuro parecerá mais às variedades caribenhas que às variedades da Espanha.

“Acredito que o idioma terá uma importância influência do inglês, ainda que não definitiva, e que se verá como uma das línguas eminentemente americanas e, por tanto, cada vez menos europeia, algo parecido ao que acontece com a língua portuguesa. Já do ponto de vista demográfico, acredito que o idioma vai adquirir progressivamente maior transcendência em países como Estados Unidos. Quero pensar que será cada vez mais conhecido e necessário em zonas onde até então, é tido como segundo língua”.

E José Luis segue, destacando, agora, como ele gostaria que fosse o futura da língua de Cervantes. “Que o espanhol seja uma língua mais inclusiva, mais respeitosa com os outros idiomas com os quais convive e uma língua que sirva como ponte para conhecer outras realidades e outras culturas que também utilizam o espanhol como forma de expressão. Que seja, enfim, uma língua mais tolerante por ser o reflexo dos falantes que assim também são. Ainda que eu não saiba se isso está fora da linguística e, na verdade, tenha mais a ver com o que todos sempre esperam do mundo: que ele seja, pouco a pouco, um lugar um pouco melhor.

Y además…

Te dejamos un video en el que el doctor en Filología Hispánica, José Luis Ramírez Luengo, habla sobre historia del español 🙂.

Curtiu as reflexões sobre a língua espanhola? Então, aproveite o embalo e confira a entrevista completa e en español, com o doutor em Filología Hispánica, José Luis Ramírez Luengo.

En Español: Entrevista completa con José Luis Ramírez Luengo, doctor en Filología Hispánica

Para ayudarnos a reflexionar sobre sobre el origen de la lengua española y sobre su papel en el mundo, Calle Hispánica entrevistó al doctor en Filología Hispánica, José Luis Ramírez Luengo.

1) ¿Cuál ha sido el contexto del surgimiento de la lengua española?

El proceso de nacimiento del español se enmarca en un proceso más general: la desaparición del latín, o mejor, la conversión del latín en las diferentes lenguas románicas, que se produce en algún momento entre los siglos V y IX después de Cristo, un periodo muy largo porque la fecha depende de la teoría que se acepte para explicar estos orígenes y de los autores que se uno siga. En esos momentos históricos se produce un fenómeno que se denomina transculturización, es decir, una transformación radical en la cultura de los pueblos hablantes de latín (cambia, por ejemplo, la forma de gobierno al caer el Imperio Romano y la religión por la generalización del cristianismo, desciende el nivel cultural, se produce un aislamiento entre las partes del antiguo Imperio, etc.) que hace que estas personas también comiencen a percibir su forma de hablar como algo diferente de lo que existía antes, como algo alejado del latín; hay que tener en cuenta, además, que con el paso del tiempo las diferencias existentes entre los diversos dialectos del latín se habían hecho mayores y eso dificultaba la comunicación entre los usuarios de esta lengua, todo lo cual va a producir que en un momento –y por motivos históricos muy complejos- los hablantes tomen conciencia de que su forma de hablar es diferente, es ya otra cosa que no es latín y que podemos llamar lenguasromances, tanto el español como el resto de ellas, también el portugués, por supuesto.

Naturalmente, no es fácil saber en qué momento los hablantes toman conciencia de que están hablando otra lengua que no es el latín –y por eso es difícil decir cuándo surge el español–, pero hay un indicio que se puede tener en cuenta: el momento en que aparecen textos en lenguas romances, que implican que los hablantes ya tienen la conciencia que se ha mencionado y que, por tanto, han aparecido tales lenguas. Teniendo esto en mente, podemos establecer la fecha del siglo IX como el momento en que ya existe tal conciencia, algo que textualmente se refleja, por ejemplo, en los Juramentos de Estrasburgo (842) para el caso del francés y un poco más tarde para el del español, en concreto en las Glosas Emilianenses de principios del siglo XI.

2) ¿Hay alguna división más o menos estructurada en la que podemos ordenar la historia de la lengua española?

En realidad, la cuestión de la periodización en la historia de la lengua es un tema también muy discutido, pues son varios los criterios que se han empleado para establecer las divisiones en periodos y, por tanto, no existe un esquema que se acepte de forma general; ahora bien, si tenemos que establecer diferentes etapas indiscutibles, probablemente podamos tener en cuenta tres grandes momentos que, a su vez, podrían subdividirse: a) época medieval (siglos XI-XV); b) español clásico (siglos XVI-XVII); c) español moderno (siglo XVIII-actualidad). Todas ellas guardan relación más o menos precisa con hechos históricos de importancia y con grandes fenómenos de cambio del sistema lingüístico del español, de manera que es probable que esta periodización sea la más útil y, sobre todo, la que se suele aceptar de forma más general por los estudiosos.

3) En investigaciones, libros y reportajes, se suele utilizar tanto el término español como el término castellano. Incluso, algunos países tienen el español como lengua oficial, mientras otros tienen el castellano. Aunque los dos términos equivalgan al mismo idioma, ¿hay, actualmente, alguna diferencia entre esas dos palabras?

Partiendo de que ambos conceptos se refieren a la misma realidad –la lengua que comparten España y numerosos países de América, en la que yo estoy hablando hoy–, lo cierto es que el empleo de español o castellano tiene que ver con preferencias nacionales (en Bolivia se suele utilizar castellano; en México, español) o inclusopersonales (a manera de ejemplo, yo siempre digo español, mientras que mi madre suele utilizar castellano). Dicho esto, los filólogos a veces utilizamos los conceptos español y castellano de forma ligeramente diferente o, si se quiere, especializada: cuando hablamos de la situación actual, solemos emplear español para hablar de la lengua compartida y de sus variedades nacionales (español de Argentina, español de Colombia) y castellano para referirnos a la variedad de esta lengua que se emplea actualmente en Castilla, en el centro-norte de España; cuando hablamos desde un punto de vista histórico, preferimos castellano para referirnos a la lengua durante el periodo medieval ya mencionado y español para hablar de la lengua a partir del siglo XVI, es decir, utilizamos ambos términos con un criterio cronológico que opone el castellanomedieval al españolclásicoymoderno.

4) En el contexto global, ¿qué papel crees detener la lengua española actualmente?

No cabe duda de que actualmente el español es una de las grandes lenguas de cultura del mundo, algo que se ve en su carácter de lengua oficial en múltiples países, en el estatus que presenta en instituciones internacionales como la ONU, en el peso de la cultura que se genera y se expresa por medio de ella y en el sentimiento de comunidad que produce entre todos sus hablantes. En este sentido, no cabe duda de que se trata de la herencia compartida más importante que tenemos los hispanohabantes, y que debe servir para desarrollar cierta solidaridad y favorecer la integración de todos los pueblos que la emplean, sin que eso suponga, por supuesto, desproteger o atentar contra las lenguas minoritarias que, junto al español, se utilizana lo largo de todo el mundo hispánico.

5) En tu opinión, ¿cuáles fueron los principales retos enfrentados por la lengua española para que se estableciera como la conocemos hoy?

No es una pregunta fácil de responder, porque la situación actual es el resultado de la interacción de múltiples procesos que tuvieron lugar en el pasado; en este sentido, es probable que algunas de las cuestiones fundamentales para entender la situación actual hayan sido dos:por un lado, la enorme expansión geográfica que experimenta en el mundo, especialmente en América, y sobre todo a partir de las Independencias de los países hispanoamericanos; por otro, los procesos de estandarización y creación de una variedad culta que se desarrollanmuy lentamente a partir del siglo XIII. Son estas dos ideas, por tanto, las que hacen que podamos entender la situación que presenta el español a día de hoy, y que se puede definirpor presentar una forma de hablar/escribir que, con sus variantes, se acepta como culta y que se suele definir como de variación dentro de la unidad, así como por ser la lengua materna y cotidiana de casi 500 millones de personas repartidas por cuatro continentes que se pueden entender y comunicar entre sí con poco esfuerzo y mínimas dificultades.

6)  ¿Qué nombres o personajes podemos resaltar como siendo fundamentales en ese proceso?

A mí no me gusta hablar de nombres específicos porque creo que la historia de un idioma es el resultado de las decisiones que toman todos sus hablantes, y que en este sentido todos son igual de importantes; es decir, me parece que se trata de una cuestión social y no individual, y por eso es necesario destacar las aportaciones de la sociedad como un todo. Ahora bien, si tenemos que señalar algunos nombres que se relacionen con los procesos y retos que te señalé en la pregunta anterior, creo que sería fundamental mencionar, por un lado, al rey de Castilla Alfonso X el sabio (1252-1284), pues es él el que, con sus políticas, fomenta el empleo del castellano escrito y comienza a desarrollar la estandarización de la que he hablado más arriba; por otro, y en relación con la expansión del idioma, no cabe duda de que hay que resaltar a las élites del siglo XIX que toman el poder tras las Independencias americanas, pues son ellas las que, con sus decisiones, van a hacer que el español deje de ser la lengua minoritaria que era en el continente durante la época colonial y se transforme con el paso del tiempo en la lengua de uso general que es hoy en la región.

7) Sabemos que los hispanohablantes, aunque sean de diferentes países, pueden entenderse entre sí. ¿Es posible decir si la tendencia es que se mantenga ese entendimiento, a pesar de las variantes que existen? ¿O, al contrario, percibes que hay una transformación del español hablado en Latinoamérica que lo estaría alejando del español de España?

Bueno, la ruptura del idioma es un tema que se lleva discutiendo al menos desde el siglo XIX, cuando el español Valera y el colombiano Cuervo se cruzan una serie de cartas y de reflexiones sobre este asunto realmente fascinantes. Desde el punto de vista del cambio lingüístico, te puedo decir que la tendencia digamos natural (con muchas comillas) de las lenguas es la transformación y, por tanto, tienden hacia la separación, muy especialmente si se habla en zonas muy alejadas entre sí (como ocurre en el caso del español), de manera que se podría decir que el futuro que le espera a esta lengua sería, en principio, parecido a lo que le ocurrió al latín, y podríamos pensar que en algunos siglos el español se habrá transformado en diferentes idiomas. Ahora bien, también hay que tener en cuenta que en nuestra sociedad existen fenómenos que no existían en la época latina, tales como los medios de comunicación masiva, la cultura compartida, las frecuentes migraciones o la posibilidad de viajar, que hacen que actualmente cualquier hispanohablante esté acostumbrado a escuchar otras formas de hablar español, conozca sus características y las comprenda más o menos bien; pues bien, este conocimiento y reconocimiento de los otros españoles, más allá del propio de uno, es un importante factor de cohesión que hace que las tendencias centrífugas, hacia la ruptura, se detengan o, al menos, se ralenticen, así que no hay que preocuparse mucho por este asunto: es probable que en un futuro lejano el español se divida en varias lenguas, es cierto, pero por el momento esa situación no está ni siquiera cerca, así que los hispanohablantes podremos seguir entendiéndonos relativamente sin dificultades al menos algunos cuantos siglos más.

8) Por todo lo que has estudiado e investigado hasta hoy sobre la historia de la lengua española, ¿cómo ves (o imaginas) el español en el futuro?

Creo que esta pregunta se puede responder desde muchos puntos de vista, así que te explico primero lo que creo y luego lo que me gustaría: desde el punto de vista de su estructura, creo que el español del futuro se parecerá más a las variedades caribeñas que a las de España, que tendrá una influencia del inglés importante aunque no definitoria, y que se verá como una lenguas eminentemente americana y, por tanto, cada vez menos europea, algo parecido a lo que le sucede al portugués; desde el punto de vista demográfico, creo que esun idiomaque progresivamente va a adquirir mayor trascendencia en países como Estados Unidos, quiero pensar que cada vez será más conocido y necesario en zonas donde se lo tiene como segunda lengua, y en ese sentido me parece que el Brasil de hoy representa un ejemplo evidente de lo que existirá en muchos lugares del planeta dentro de un tiempo.

Lo que me gustaría es que poco a poco el español sea una lengua más inclusiva, una lengua más respetuosa con los otros idiomas con los que convive y una lengua que sirva como puente para conocer otras realidades y otras culturas que lo utilizan como medio de expresión; que sea, en fin, una lengua más tolerante porque sea el reflejo de unos hablantes que también lo son, aunque no sé si esto está ya fuera de la lingüística y tiene que ver con que uno siempre espera que el mundo sea, poco a poco, un lugar un poco mejor…

Sobre el entrevistado

José Luis Ramírez Luengo es doctor en Filología Hispánica por la Universidad de Deusto (España), y actualmente desarrolla su labor docente e investigadora en la Universidad Autónoma de Querétaro (México). Ha investigado e impartido docencia, además, en la Universidad de Jaén y en la Universidad de Alcalá (España), así como invitado en diferentes instituciones de enseñanza superior de Europa e Iberoamérica.

Su ámbito de investigación fundamental lo constituye la historia de la lengua española en la época moderna, tanto en España como en América, así como el contacto lingüístico del español con el portugués desde un punto de vista histórico y la configuración de la ortografía moderna; sobre tales temas ha publicado más de un centenar de trabajos y reseñas en revistas científicas, entre los que destacan su Breve Historia del Español de América (Madrid: Arco Libros, 2007), La lengua que hablaban los próceres. El español de América en la época de las Independencias (Buenos Aires: Voces del Sur, 2011), Una descripción del español de mediados del siglo XVIII. Edición y estudio de las cartas de M. Martierena del Barranco (1757-1763) (Lugo: Axac, 2013) o Textos para la historia del español, XI. Honduras y El Salvador (Alcalá de Henares: Universidad de Alcalá, 2017).

➡ Língua Espanhola: Uma ponte entre pessoas, países e culturas

Diário de uma jornalista inquieta: História da Espanha

Conforme contei lá no Instagram da Calle, escolhi a Espanha para dar início ao projeto Universidade Pessoal. Já que tudo começou nesse país, então, nada mais lógico, não é, gente?! 😄 rs

Quem aí já ouviu falar em #opozulo? Conheci esse termo aqui no Instagram e, de forma geral, podemos dizer que essa palavra é usada para nomear o bom e velho cantinho de #estudos 📚. 📍 Eu, que na fase dos concursos públicos tive um opozulo (só não sabia que podia chamá-lo assim 😁), agora começo a recriar outro!❤ Isso porque neste mês de junho, dei início ao meu projeto “Universidade Pessoal”, com o objetivo de ampliar e refinar meus conhecimentos sobre a #cultura #hispânica. A ideia é estudar aspectos históricos e culturais de todos (TODOS!) os países que falam #espanhol e, de quebra, encontrar novas pautas e trazer novas #entrevistas para o blog (mais detalhes sobre o projeto estão no link da bio 😉). 📍 Eu venho mostrando pelo stories que a #Espanha é o primeiro país da lista! Isso porque eu decidi começar exatamente onde tudo começou (com o perdão da redundância 😅). Até o momento, estou na parte histórica do país e o assunto vem me intrigando absurdamente (é muita treta!) Mas isso já é um papo para um post inteiro no blog, inclusive com direito à entrevista! 📍 Agora me contem o que mais desperta o interesse de vocês com relação à história e/ou à cultura espanhola? Vamos trocar figurinhas! 😁 ✨Obs.: Deslculpem ser tão repetitiva, mas eu não seria eu se deixasse de dizer o seguinte: o que mais desperta meu interesse na cultura espanhola é o @alejandrosanz 😍🙈😁 Desculpa aê, pessoal, mas essa minha verdade, ninguém cala 😂😜 #opositora #opus #callehispánica #meucantodeestudos #universidadepessoal #norastrodoespanhol #espanholdecadadia #espanhol

Uma publicação compartilhada por Por Fernanda Rosa (@callehispanica) em

Material de estudo

Livro

Usei o livro Breve Historia de España, do historiador Henry Kamen. Conforme promete o título, a obra é bem resumida, partindo do Homem de Neanderthal (pois é! 😮) e seguindo até Carlos II, rei da Espanha entre os anos de 1665 e 1700.

Entre todos os períodos narrados, o período de governo dos Reyes Católicos, Isabel de Castilla e Fernando de Aragón, recebe uma atenção especial. E o motivo é simples: o reinado deles (na verdade, o dela especificamente) marcou não só a história da Espanha, mas também da América.

Isso porque Isabel de Castilla bancou a viagem de Cristóvão Colombo às “Índias” que, na verdade, era o nosso continente americano 🌎.

“Las Indias, tal y como fueron denominadas en Castilla las Américas, era propiedad exclusiva de Castilla, puesto que Colón había recibido el encargo solo de Isabel. Todos los aragoneses estaban en teoría excluidos del nuevo mundo. Tanto la lengua como la administración que se introdujeron en América fueron castellanas”.

Série

E o que me ajudou a assimilar melhor todas essas relações de poder, foi a série da TV Espanhola, Isabel. A produção, de 2012, conta com três temporadas, que mostram a chegada de Isabel ao poder, seu casamento com Fernando II e o governo dos Reyes Católicos.

Recomendo demais! 😉

Obs.: O melhor de tudo é que, hoje em dia, a gente estuda vendo série e ainda coloca o espanhol pra jogo! 😜 rs

Impressões

O que chamou minha atenção, foi perceber o seguinte: A Espanha buscou firmar-se enquanto potência mundial, por meio da expansão do seu território (o que se alcançava declarando guerra a outras nações) e da exploração das regiões colonizadas. E isso até funcionou durante algum tempo. Porém, vejam vocês que irônico, toda essa guerra travada para manter o poder já conquistado foi, juntamente, o que o historiador destacou como sendo o motivo de sua ruína.

“… se ejerció un imperialismo español en Europa, casi en un aislamiento virtual. Fue una monarquía universal cuyos enemigos no se limitaban a ser de una sola nación ni de pertenecer a una única religión. La Francia católica, la Inglaterra protestante  y la Turquía musulmana fueron sus más fervientes enemigos. España se vio en la obligación de explotar todos los de ultramar, en una laboriosa batalla para mantener su puesto en Europa”.

Enfim, como amante de história que sou, achei intrigante todas as tretas que os diversos reis e rainhas se meteram, com o objetivo de mantener la corona. Era um tal de casar primo com prima, sobrinha com tio…  Ay, Dios!

Obs.: E, para garantir que o poder permanecesse em família ou, pelo menos, entre os aliados, as mulheres eram “oferecidas” – literalmente – como um simples objeto de troca (tipo: “você se casa com a minha filha e, assim, sacramentamos a união de nossos reinos 😳).

Bom, essas são minhas impressões iniciais sobre a história da Espanha. E digo iniciais, porque sabemos que, quando se trata de história, sempre existem outras abordagens e outros pontos de vista.

Então, bora seguir com os estudos e, na próxima semana, já teremos uma entrevista MARA aqui no blog. Aguardem! 💜

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