Calle Hispánica

Um passeio pela cultura em espanhol

Autor: Fernanda Rosa (Página 2 de 12)

Cidade do México: Quanto tempo ficar e qual a melhor região para se hospedar

Assim que comecei a planejar a viagem ao México, li muitos sites e blogs, em busca de informações que me ajudassem a montar meu roteiro dos sonhos ❤. Encontrei muito conteúdo bom e, ahora me toca a mí compartir con ustedes meu roteiro, além de algumas dicas e opiniões sobre o DF 🙂.

Quanto tempo ficar? 

Gente, a Cidade do México está entre as maiores do mundo. Além de GIGANTE, ela conta conta con un chorro de lugares que valem DEMAIS a visita.

Então, com toda segurança, eu diria que o ideal é ter, pelo menos cinco dias (sem contar os dias de chegada e partida) para que se possa desfrutar a cidade como se deve. Menos que isso, você precisará fazer escolhas de partir o coração, amigx 💔 (Pode confiar!).

Onde ficar? 

Minha amiga e eu nos hospedamos no Centro e isso foi, simplesmente, A MELHOR decisão. Cheguei a ler em alguns blogs que, talvez, essa região não seria a melhor para se hospedar, devido aos perigos que, normalmente, todo centro de uma grande cidade oferece. No entanto, particularmente, não tive qualquer tipo de problema e, ao contrário, só vi vantagens 🙂.

Claro que devemos sempre tomar os cuidados básicos, especialmente com relação a bolsas, carteiras e eletrônicos. Mas, vale destacar que a região me pareceu sim muito segura. Os turistas circulam à vontade por lá, com suas câmeras, tablets e celulares e há um forte esquema de policiamento.

Por isso, a dica que dou é a seguinte: Na hora de escolher, dê preferência sim ao centro e dê mais preferência ainda se você for ficar a 5 minutos do Zócalo (que eu chamaria de centro do Centro rsrsrs). Lá é onde está o fervo da cidade e você estará bem próximo a pontos turísticos, museus, linhas de ônibus e, melhor ainda, pertinho do metrô mexicano, que é meu sonho de princesa! 👑 rs (depois explico melhor rs).

Para que vocês tenham um ideia, nós não gastamos um centavo em transporte para passear pelo centro histórico. Estávamos a tan solo 5 minutos do Zócalo ❤. Ou seja, economizamos dinheiro e também tempo, já que o trânsito no DF é bem estilo São Paulo.

Então, para este post, ficam essas duas dicas para quem planeja visitar a Cidade do México:

✔ Pelo menos 5 dias (sem contar os dias do desembarque e embarque);

✔ Hospedagem no Centro 🙂.

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México após 3 terremotos: Por que não adiei a viagem?

Minha viagem ao México já era algo definido, desde que o espanhol entrou na minha vida. Comecei a planejá-la um ano antes, com todo carinho, cuidado e empenho ❤.

Quem acompanha as postagens aqui na Calle, sabe o quanto eu sou APAIXONADA por esse país e por essa cultura.

Em setembro deste ano, minha amiga (que também AMA o México) e eu já tínhamos praticamente tudo planejado e pronto.

Estava correndo tudo bem até que… 😢

Pois é… TRÊS terremotos no país e dentro de um curtíssimo espaço de tempo. Sim, após o segundo e mais forte tremor, que aconteceu no dia 19/09, nós cogitamos adiar a viagem para 2018. Além da nossa tristeza pelo povo mexicano, também estávamos preocupadas com a situação do país.

E por que não adiei?

Tanto minha amiga Ana quanto eu sonhávamos com essa viagem já há algum tempo e nos planejamos da melhor forma possível para irmos a todos os lugares que queríamos conhecer.

Pensamos muito até decidirmos que, como ainda estávamos a um mês da data do embarque, o melhor seria aguardar e acompanhar a situação.

Gente, todos os dias pela manhã, a PRIMEIRA coisa que fazia antes de tudo era jogar a palavra “México” no Google para ver quais eram as últimas notícias. E, numa dessas, soube que mais um terremoto havia acontecido 😭.

Minha amiga e eu nos mantivemos firmes na decisão de aguardar um pouco mais, já que embarcaríamos só no dia 13. E assim fizemos. Aguardamos, observamos e fomos driblando nossa preocupação e ansiedade.

Já em outubro, graças ao bom Deus, a situação estava mais calma e as coisas pareciam caminhar bem outra vez. O México estava de pé e a viagem também!

Foram 15 dias muito bem aproveitados na terra da Maria do Bairro. Sim, vimos alguns rastros dos tremores (especialmente para os lados de Coyoacán) e precisamos fazer algumas adaptações ao nosso roteiro. Alguns prédios desalojados devido ao risco de desabamento, lojas que, de hecho, vieram abaixo e algumas rachaduras e desnivelamentos no solo.

O passeio pelos bairros Roma e Condesa foram suspensos, seguindo a orientação do Clemente, um taxista muchísima buena onda, que nos levou a Xochimilco. De acordo com o Clemente, aquela região havia sido a mais atingida pelo terremoto do dia 19/09 e o clima por lá era de bastante tristeza.

Mas a região do Zócalo, que fica bem no centrão do DF, estava em perfeito estado. O transporte público (que, sem dúvidas, terá um post a parte aqui!), os museus, pontos turísticos, shoppings, tudo em pleno funcionamento 🙂.

Então, meus amigxs, se vocês também estão planejando conhecer esse país hermoso, cola aqui com a Calle porque nas próximas postagens, vou contar tudinho dessa viagem linda e cheia de cores pra vocês 😉.

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Desafio Literário: Resenha de “La Mentira”, de Caridad Bravo Adams

Oi, genteee! 😆

As férias foram lindas, mas eu PRECISO dizer que sim, eu estava morrendo de saudades de escrever pro blog ❤.

E antes de começar com as postagens sobre o meu amadíssimo México, vamos colocar em dia o nosso Desafio Lieterário da Calle, com a resenha do livro “La Mentira”, escrito pela Caridad Bravo Adams.

Lembrando que o tema de outubro era Um livro escrito na década de 1950.

Obs.: Essa é a segunda obra que leio da Caridad e estou curtindo demais sua narrativa! Tenho o firme propósito de seguir lendo seus livros 📚🙂.

Enredo

A história de “La Mentira”, escrita em 1952, se desenrola no nosso Brasil, brasileiro.

 “En el fin del mundo, en el corazón de la selva, en el rincón más apartado del Estado de Mato Groso; esto es, en el centro mismo de América, en las selvas de aquel Brasil inexplorado e inmenso, se alza en efecto Porto Nuevo”

Quem desembarca nesse cenário é Demétrio de San Telmo, que retorna ao Brasil para ajudar o irmão, Ricardo Silveira, que passava por um momento difícil após ser enganado e roubado por “una mala mujer”.

No entanto, Demétrio chega à fazenda de Ricardo tarde demais, pois seu irmão já havia cometido suicídio 😨.

– ¿Entonces mi Hermano se ha suicidado? ¡Mi Hermano ha muerto por una mujer! ¿Puedo saber su nombre, Reverendo? ¿Quiere decírmelo ahora mismo?

– Mi pobre amigo… su nombre, el nombre de ella no lo sé. Sospecho que solo Ricardo podría decirlo y se llevó su secreto a la tumba. Su hermano bebía espantosamente, tomaba luego medicinas y calmantes para aplacar sus nervios, píldoras, narcóticos… ¡qué se yo!

Diante dessa verdade, Demétrio jura encontrar essa mulher vingar a morte do irmão. E, partir desse ponto, começam as tretas. Isso porque, todo mundo sabia da existência da tal mulher, mas ninguém sabia o nome dela. A única pista até então, era que seu nome iniciava com a letra “V”.

“una mujer cuyo nombre empieza com ‘V’ (…) Dolo por dolor… miseria por miseria… Lágrima por lágrima tengo que cobrárselo”.

Sabendo que, antes de partir para o Mato Grosso, Ricardo (que era advogado) foi o braço direito da família Castelo Branco, uma das mais ricas e importantes do Rio de Janeiro, Demétrio decide iniciar sua busca justamente lá.   E como diz o ditado, “Quem procura, acha”, o muchacho achou, de cara, duas jovens primas (e sobrinhas de Teodoro Castelo Branco), Virgínia e Verônica (que se apaixona por ele já de cara).

Após algumas investigações e muitas intrigas, Demétrio chega à (equivocada) conclusão de que Verônica é a mulher que enganou seu irmão. E quem o “ajuda” a pensar dessa forma é ninguém menos que Virgínia, a verdadeira culpada.

E mesmo correspondendo ao amor de Verônica, ele decide seduzir a jovem, pedi-la em casamento e levá-la para o coração da selva brasileira, fazendo-a pagar o sofrimento do irmão.

Demétrio empenha-se para mostrar-se frio, indiferente e até grosseiro com ela, que sempre se perguntava a que se devia à mudança do rapaz. Daí até o desenlace dessa treta, a muchacha sofre, viu?!

Vale a leitura?

Gente, sou muito suspeita para falar sobre a narrativa da Caridad Bravo. No caso de La Mentira, descobri que a novela estrelada pelo Guy Ecker e pela diva Kate Del Castillo, é bem fiel ao livro. No entanto, o que achei mais interessante na obra original é a ambientação feita no Brasil. (Vou passar a visão pra vocês: Verônica é carioca, tal como yo! 😎 rsrs)

A história tem pontos altos de drama e intensidade, mas sem deixar de lado o nosso bom, rosa e velho romance. E, assim como na novela, minha parte favorita nessa história é, sem dúvidas, quando toda a verdade vem à tona!  É maravilhoso ver Verônica esfregar sua inocência na cara de Demétrio 😂.

Então, é isso, pessoal! Agora, vamos ao próximo tema que é “Uma biografia” 🙂. Já escolhi qual e conto pra vocês lá no Intagram da Calle. Vem comigo! 😉

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Vacaciones: Calle no México!

Oi, gente! 🙂

Até o mês de novembro, vamos dar uma pequena pausa nas postagens aqui no blog, por um motivo justo, justíssimo. ¡Estoy de vacaciones! 😍🎉.

Mas, “prestenção”, gente: O blog vai dar uma parada, mas a Calle estará mais hispânica que nunca e, literalmente, por las calles. Isso mesmo! Passarei as férias no meu amadíssimo México (❤) e pretendo trazer un chorro de conteúdo 😃.

Durante essa pausa aqui no blog, convido vocês a virem comigo, pelo Instagram da Calleen ese viaje! 🛫🌎👣📸

E em novembro, voltamos com a nossa programação normal! 😜 rs

E então? Bora conhecer a terra da Maria do Bairro? 😉

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Espanhol: 5 músicas para aprender vocabulário 🙂

Conhecer novas palavras e engordar nosso vocabulário é uma das partes mais legais quando o assunto é aprender um idioma, não é mesmo? 🙂

Nesse mar de músicas em espanhol, algumas têm o poder de nos trazer un chorro de nuevas palabras em apenas alguns minutos! 😍

E o post de hoje é justamente sobre isso! 5 canciones com uma variedade incrível de palavras para bombar nosso vocabulário hispânico ❤.

Dica: Vale analisar BEM essas letras! Algumas delas vão além do significado literal das palavras, constituindo um jogo de sentido muito interessante e rico do ponto de vista semântico! Por isso, vou deixar, além dos vídeos, as letras completicas, ¿vale? 😉

Então, bora lá! 🎧

No Es Lo Mismo – Alejando Sanz 

Eres tanta gente, que dime
¿Con quién hablo ahora?
¿No ves que no sois iguales?
Eres la de quédate conmigo
Prometo darte tormento, darte malos ratos
Yo te prometo si me escuchas niña, darte arte
Que no es lo mismo que quédate y ya veremos
Quédate y ya veremos

No es lo mismo ser que estar
No es lo mismo estar que quedarse, ¡qué va!
Tampoco quedarse es igual que parar
No es lo mismo
Será que ni somos, ni estamos
Ni nos pensamos quedar
Pero es distinto conformarse o pelear
No es lo mismo, es distinto

No es lo mismo arte que hartar
No es lo mismo ser justo que ¡qué justo te va! (Verás)
No es lo mismo tú que otra, entérate
No es lo mismo
Que sepas que hay gente que trata de confundirnos
Pero tenemos corazón que no es igual
Lo sentimos, es distinto

Vale
Que a lo mejor me lo merezco, bueno
Pero mi voz no te la vendo, puerta
Y lo que opinen de nosotros
Léeme lo labios, yo no estoy en venta

Vale
Que a lo mejor lo merecemos, bueno
Pero la voz no la vendemos, puerta
Y lo que opinen de nosotros
Léeme lo labios, a mí me vale madre

Puerta y aire que me asfixio
Que no se trata del lado que quieras estar
Que estar de un lado o echarte a un lado, verás
No sé cómo decirte, no es lo mismo
Vivir es lo más peligroso que tiene la vida
Que digan por televisión que hay suelto un corazón
Que no es igual que es peligroso, que es distinto

No es lo mismo basta o bastar
Ni es lo mismo, decir, opinar, imponer o mandar
Las listas negras, las manos blancas verás
No es lo mismo
No gana el que tiene más ganas, no sé si me explico
Que hoy nadie quiere ser igual
Que más te da, no es comunismo
Es instinto

Vale
Que a lo mejor me lo merezco, bueno
Pero mi voz no te la vendo, puerta
Y lo que opinen de nosotros
Léeme lo labios, yo no estoy en venta

Vale
Que a lo mejor lo merecemos, bueno
Pero la voz no la vendemos, puerta
Y lo que opinen de nosotros
Léeme lo labios, a mí me vale madre

Tengo
Pomada pa’ to’ los dolores
Remedio para toda clase de errores
También recetas pa’ la desilusión

Tengo
Pomada pa’ to’ los dolores
Remedio para toda clase de errores
También recetas pa’ la desilusión (desilusión)

Vale
Que a lo mejor lo merecemos, bueno
Pero la voz no la vendemos, puerta
Y lo que opinen de nosotros
Léeme lo labios, yo no estoy en venta

Vale
Que a lo mejor lo merecemos, bueno
Pero la voz no la vendemos, puerta
Y lo que opinen de nosotros
Léeme lo labios, a mí me vale madre

Tengo
Pomada pa’ to’ los dolores
Remedio para toda clase de errores
También recetas pa’ la desilusión

Tengo
Pomada pa’ to’ los dolores
Remedio para toda clase de errores
También recetas pa’ la desilusión

Vale
Que a lo mejor lo merecemos, bueno
Pero la voz no la vendemos, puerta
Y lo que opinen de nosotros
Léeme lo labios, yo no estoy en venta

Vale
Que a lo mejor lo merecemos, bueno
Pero la voz no la vendemos, puerta
Y lo que opinen de nosotros
Léeme lo labios, a mí me vale madre

Tengo
Pomada pa’ to’ los dolores
Remedio para toda clase de errores
También recetas pa’ la desilusión

Tengo
Pomada pa’ to’ los dolores
Remedio para toda clase de errores
También recetas pa’ la desilusión

Vale
Que a lo mejor lo merecemos, bueno
Pero la voz no la vendemos, puerta
Y lo que opinen de nosotros
Léeme lo labios, yo no estoy en venta

Vale
Que a lo mejor lo merecemos, bueno
Pero la voz no la vendemos, puerta
Y lo que opinen de nosotros
Léeme lo labios, a mí me vale madre

La Bilirrubina – Juan Luis Guerra 

Oye me dio una fiebre el otro día
Por causa de tu amor cristiana
Que fui a para a enfermería
Sin yo tener seguro e’ cama
Y me inyectaron suero de colores, hey
Y me sacaron la radiografía
Y me diagnosticaron mal de amores, uh
Al ver mi corazon como latía

Oye me patearon hasta el alma
Con rayos X Y cirugía
Y es que la ciencia no funciona
Solo tus besos vida mía
Ay, negra mira, búscate un catete, hey
Inyectame tu amor como insulina
Y dame vitamina de cariño, eh
Que me ha subido la bilirrubina
Ay

Me sube la bilirubina
(Ay, me sube la bilirrubina)
Cuando te miro y no me miras
(Ay, cuando te miro y no me miras)
Y no lo quita la aspirina
(No, suero con penicilina)
Es un amor que contamina
(ay, me sube la bilirrubina)

Ay, negra búscate un catete, hey
Inyectame tu amor como insulina
Vestido tengo el rostro de amarillo, eh
Y me ha subido la bilirrubina

Ay

Arrasando – Thalia

Arrasando oye papi damelo todo
Que sube que baja que no se que pasa
Que la condición humana va acabando con la raza
Cuando triunfas en la vida va creciendo mas la envidia
Vas sintiendo cuando subes que te dan zancadillas
No sabes que los lobos están a tu lado
Pues les va de maravilla, la apariencia mas sencilla
Nunca faltan los gorrones para ir de reventones
Mas cuando los necesitas, no les ves ni los talones
Son tantos los celos que me hacen cosquillas
Que si engordo, que si enflaco, que si no tengo costillas
Hoy tengo respuesta a cualquier encuesta
Pues yo sigo caminando y también sigo arrasando

Arrasando con la vida
Cosechando la alegría
No hay obstáculo que me impida
Disfrutar de un nuevo día
Arrasando con lo bueno
Desechando todo lo malo
No hay oscuridad que cubra
Esta luz que en mi deslumbra

Parece que somos armas mortales
Pues sin miedo mutilamos sentimientos naturales
Destrozamos la alegría, acabamos con la vida
Sabotajes para el alma, tropezones y apatía
Juzgamos a todos los que encontramos
Destrozamos sus creencias y evadimos sus razones
Que si es guapo, pues es gay, que si es rico es del cartel
Que si es joven y es muy bella la cuchilla estuvo en ella
Estamos entrando a un nuevo milenio
Pretendamos concentrarnos en lo que haré nuestro cuerpo
Somos jovenes fuertes y también inteligentes
En el alma ir concentrando lo que el día va arrasando

Arrasando con la vida
Cosechando la alegría
No hay obstáculo que me impida
Disfrutar de un nuevo día
Arrasando con lo bueno
Desechando todo lo malo
No hay oscuridad que cubra
Esta luz que en mi deslumbra

Mirando hacia atrás aprende el legado
De personas que han dejado una huella en el pasado
Einstein, DaVinci, Neruda y la Malinche
Los Aztecas y Toltecas y también los Zapotecas
Napoleon conocido como estratega
A Cleopatra no le importa en el amor la entrega
Gandhi, Lutero y Madre Teresa
Aunque pasen muchos años se hablara de su entereza
Lady Diana princesa de corazones
Y una Eva que ha pecado y nos jala con sus acciones
Luther King, Malcom X, personajes de la fe
Que la historia va dejando pa’ que sigan arrasando

Arrasando con la vida
Cosechando la alegría
No hay obstáculo que me impida
Disfrutar de un nuevo día
Arrasando con lo bueno
Desechando todo lo malo
No hay oscuridad que cubra
Esta luz que en mi deslumbra

Quédate Con ella –  Natalia Jiménez 

Vuelves borracho al amanecer
Sé que has dormido con esa mujer
Lo echaste a perder
¿qué tendrá ella que no tenga yo?
Si tu casita es un nido de amor
Ya sé lo que pasó
Yo no plancho, ni barro
Ni voy por cigarros, ni tiendo la ropa
Ni lavo cacharros
Que otra aguante este maltrato
Ya no puedo más
Quédate con ella ay, ay, ay
Porque es muy obligada ay, ay, ay
Que planche tus camisas
Que te acompañe a misa
Que te haga las tostadas
Quédate con ella ay, ay, ay
Ya vete pa’ su casa ay ay, ay
Y pídele paella
Pa’ ver si a ella
El arroz se le pasa
El mal de ojo de algo me sirvió
Ahora que la segunda apareció
De ti me salvo yo
Yo no plancho, ni barro
Ni voy por cigarros, ni tiendo la ropa
Ni lavo cacharros
Que otra aguante este maltrato
Ya no puedo más
Quédate con ella ay, ay, ay
Porque es muy obligada ay, ay, ay
Que planche tus camisas
Que te acompañe a misa
Que te haga las tostadas
Quédate con ella ay, ay, ay
Ya vete pa’ su casa ay ay, ay
Y pídele paella
Pa’ ver si a ella
El arroz se le pasa
Si regresas, por mí
Te lo juro, te mato
Te quemo la ropa. El reloj, los zapatos
No merezco este maltrato
Ya no puedo más
Quédate con ella ay, ay, ay
Porque es muy obligada ay, ay, ay
Que planche tus camisas
Que te acompañe a misa
Que te haga las tostadas
Quédate con ella ay, ay, ay
Ya vete pa’ su casa ay ay, ay
Y pídele paella
Pa’ ver si a ella
El arroz se le pasa
Te irá mejor con ella
Tragando paella
Y limpiando la casa

Morenamía – Miguel Bosé

Morena mía
Voy a contarte hasta diez
Uno es el sol que te alumbra
Dos tus piernas que mandan
Somos tres en tu cama, tres
Morena mía
El cuarto viene después
Cinco tus continentes
Seis las medias faenas
De mis medios calientes.
Sigo contando ahorita
Bien, bien, bien, bien, bien

Morena mía
Siete son los pecados cometidos
Suman ocho conmigo
Nueve los que te cobro
Más de diez he sentido…

Y por mi parte sobra el arte
Lo que me das, dámelo, dámelo bien
Un poco aquí y un poco ¿a quién?
Cuando tu boca, me toca, me pone y me provoca
Me muerde y me destroza
Toda siempre es poca y muévete bién
Que nadie como tú me sabe hacer café.

Morena agata, y me mata, me mata y me remata
Vamos pal infierno, pon que no sea eterno
Suave y bien, bien
Que nadie como tú me sabe hacer café
Pero cuando tu boca, me toca, me pone, me provoca
Me muerde y me destroza
Toda siempre es poca y muévete bien, bien, bien
Que nadie como tú me sabe hacer….uff café.

Morena mía
Si esto no es felicidad
Que baje Dios y lo vea
Y aunque no se lo crea
Esto es gloria…
Y por mi parte pongo el arte, lo que me das,
Dámelo y dalo bien
Un poco así y un poco ¿a quién?
Pero cuando tu boca, me toca, me pone y me provoca,
Me muerde y me destroza
Toda siempre es poca y muévete bien
Que nadie como tú me sabe hacer café.

Morena agata, y me mata, me mata y me remata
Vamos pal infierno, pon que no sea eterno
Suave bien bien, que nadie como tú me sabe hacer café

Y es que cuando tu boca, me toca, me pone, me provoca
Me muerde y me destroza
Toda siempre es poca y muévete bien, bien, bien
Que nadie como tú me sabe hacer..uff café.

Bien, bien, bien, bien, bien, bien…
Bien, bien, bien, bien, bien, bien…
Bien, bien, bien, bien, bien, bien… Café…
Bien, bien, bien, bien, bien, bien… Café…
Bien, bien, bien, bien, bien, bien… Café…

Confira também: Artistas não hispânicos que mandam bem cantando em espanhol

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45 fatos sobre mim, relacionados ao universo hispânico! ❤

Oi, gente! 🙂

Conforme já falei (várias vezes rsrs) aqui no blog, o espanhol faz parte da minha vida desde que ouvi Corazón Partío, na novela Torre de Babel. Já naquele momento, me apaixonei por esse idioma (e também pelo Ale, Alejandro rs ❤).

E, aproveitando que hoy es mi cumple, resolvi fazer essa postagem e compartilhar com vocês 45 fatos sobre mim, relacionados a esse universo hispânico, que a gente AMA!

Então lá vai! 😜

1) A sonoridade do espanhol é, sem dúvidas, o que eu mais amo nesse idioma! Pra mim, hablar es pura magia! ✨

2) Uma “amiga” já se afastou de mim por causa do espanhol 😮. Entramos juntas no curso e, logo após a aula experimental, os pais dela a obrigaram a fazer inglês porque, de acordo com eles, o inglês é que seria relevante para o futuro. Ela, então, me pediu para também mudar de curso 😶.

Claro que eu não quis! E ela ficou TÃO #chateada, que se afastou de mim.

Obs.: Dica para xs amigxs, parentes e crushs: NUNCA me façam escolher entre vocês e o espanhol 😜 rsrssrsrs.

3) Estudei espanhol a vida inteira no CCAA. Fiz os três níveis do curso regular (básico, intermediário e avançado), depois mais um ano do curso chamado “Mesp” (de Más Español), que seria um avançado do avançado rsrs.  Já no finzinho do Mesp, participei de uma seleção para dar aulas nas duas unidades da Barra da Tijuca, lá no RJ. Passei e trabalhei como professora por 1 ano e meio.

4) Em 2010 eu me formei em jornalismo e comecei a trilhar o caminho dos concursos públicos. Quem é ou já foi concurseiro sabe bem o que essa escolha exige de nós. Como é preciso estudar (e muito!) cada uma das zilhões de matérias, precisei me afastar um pouco do espanhol para me dedicar 100% ao meu objetivo.

Essa caminhada se estendeu até 2015, quando fui aprovada no concurso da Secretaria de Saúde de Minas. Uma vez alcançado meu objetivo, a primeira coisa que fiz foi trazer o espanhol de volta à minha vida e com carga total! Rsrsrs A Calle é um claro reflexo desse empenho em viver a Língua de Cervantes.

E nunca mais fico sin hablar!

5) Muita gente me pergunta por que fiz Jornalismo e não Letras. Escolhi o jornalismo como graduação porque também é uma paixão na minha vida. Pra mim, ser jornalista é traduzir discursos e compartilhar conhecimento. E eu, simplesmente, AMO isso! Se esse conhecimento estiver relacionado ao espanhol, então?! E, justamente por essas duas paixões que nasceu a Calle hispánica 😃.

6) Escolhi esse nome para blog porque, desde que encontrei o espanhol, realmente é como se eu estivesse todos os dias passeando por uma calle hispánica. Sempre buscando conhecer um artista diferente, uma música nova, mais uma novela, mais cultura, mais espanhol ❤.

7) Minha postagem preferida aqui da Calle é a que fiz sobre a Frida Kahlo, com a entrevista da Martha Zamora, biógrafa da Frida. A Martha é buenísima gente, foi muito gentil comigo e respondeu às minhas perguntas com toda atenção do mundo. Além disso tudo, a paixão com a qual ela fala sobre o seu trabalho é contagiante. Reforçou minha crença mais forte de que sonhos são possíveis e devemos teimar (MUITO) em fazer o que amamos 🙂.

➡ Frida Kahlo: Muito mais que sobrancelhas marcantes 

8) Eu sou mexicana de alma. Sério. Seríssimo. Soy total y completamente apasionada por México ❤. Tenho uma conexão sem igual com esse país e sempre digo que vivi, no mínimo, umas 49 vidas na terra da María la del Barrio 🇲🇽 rs.

9) Aliás, amo todos os sotaques da Língua Espanhola, mas o mexicano… 😍 (Sim, é o meu favorito! rs)

10) Sobre Alejandro Sánchez Pizarro, ou, para o mundo, Alejandro Sanz: Ele é, simplesmente, um dos artistas mais completos que conheço! No início dos meu estudos, eu só conhecia Corazón Partío. Mas, graças à minha professora de espanhol Elaine Candela (que já era apaixonada por ele e, inclusive me emprestou o CD MTV unplugged), conheci outras músicas e descobri el tremendísimo cantautor que es él!

11) E ainda falando no Ale, Alejandro… Sim, Corazón Partío é a música mais bonita do mundo! ❤

12) Já assisti a cerca de 80 novelas latinas (Sim, eu contei! 😜).

13) A primeira foi Carrossel, apresentada pelo SBT em 1991. Minha irmã e eu não perdíamos um capítulo! rs

14) Hoje em dia, assistir a telenovelas latinas é, de longe, minha forma preferida de praticar espanhol! 📺

15) Dentre todas as que já vi, a minha favorita é Café Con Aroma de Mujer. Um dos melhores enredos e com conflitos de fôlego que não deixam o público cansar ou enjoar da trama. Amo!

16) E mesmo quando eu não gosto da novela, continuo vendo! Não consigo abandonar no meio da caminho! Não sei explicar o que acontece, meu povo, mas eu sigo firme e forte 😆.

17) A que menos gostei foi a venezuelana Toda Una Dama. Fraquíssima, personagens aburridos e com uma histór…😴💤💤.

18) Minha personagem favorita é, justamente, a Gaivota, de Café con Aroma de Mujer. Sabe aquela mocinha boazinha, que passa a novela INTEIRA chorando por el príncipe azul e, num dado momento, recebe uma baita herança, por obra e graça do destino?! Então! ¡La Gaviota no tiene NADA de eso! Ela sofre sim, afinal, é uma novela latina, né?! Mas ela é forte, decidida, empoderada… Não fica esperando o mocinho voltar e vai trilhando seu próprio caminho com muita determinação, inteligência… y aguardiente 😆.

Sério! Ela é uma das personagens que, de verdade, me inspiram. Se vocês ainda não conhecem a Gaivota, eu recomendo demais! 😉

19) Minha atriz hispânica favorita é a maravilhosa Silvia Navarro. Ela vai da comédia ao bom e velho drama mexicano sem perder o brilho! ✨

20) O ator favorito é o Guy Ecker. Brasileiro (natural de São Paulo), ele protagonizou grandes sucessos da TV latina, como Café con Aroma de Mujer e La Mentira.

21) E se a minha vida fosse uma novela mexicana, ela se chamaria… La muy mexicana, la muy atrevida 😜

22) Com a Calle , tenho me esforçado para ler mais a literatura hispânica. E, como boa amante de novela mexicana que sou, minha escritora FAVORITA de la vida é Caridad Bravo Adams. Muitas das telenovelas com o selo “Televisa” são adaptações de histórias originais suas.

23) Mas, dentre os livros hispânicos que li recentemente, La Mujer Habitada, da nicaraguense Gioconda Belli, foi o que mais mexeu comigo. Quero muito ler outras obras dela!

 Resenha: A Mulher Habitada, de Gioconda Belli

24) Minha frase preferida em espanhol é “Pies, ¿para qué los quiero, si tengo alas pa’ volar?”, da super Frida Kahlo 💜.

25) A música La Playa, do grupo espanhol La Oreja de Van Gogh, é que mais tenho ouvido no momento. Já ouvi mais 100 no Spotfy a versão (MARA!), que conta com a participação do Leonel García, da dupla Sin Bandera 🎶.

26) E por falar em Sin Bandera, alguém me dá um chá de “Aceita que dói menos”, porque meu ❤ não está sabendo lidar com a separação dessa dupla! 😭 E o pior! Vão se separar sem que eu tenha ido a um show deles 💔.

Mas, seguindo… eles são minha dupla FAVORITA e a música que mais amo (é MUITO difícil escolher só uma, mas lá vai!) é Que me Alcance la vida ❤

27) E nesse universo hispânico, há algo que não me agrade? 🤔 Sim! Sim?😮 Siiiimm! rsrs E o nome dele é Maluma. Gente, esse rapaz tem algumas músicas que, sinceramente…

Dica: apenas joguem na internet “Maluma machista”. Definitivamente, é o artistas que não faz parte da minha playlist 🙉.

28) No terreno dos esportes, curto demais o Lionel Messi! ⚽

29) Dia 17 de outubro de 2010, Rio de Janeiro. Esse foi um momento INESQUECÍVEL na minha vida 😍 Meus amigxs, nesse dia eu vi e OUVI o cara das “tiritas” cantar Corazón Partío, bem ali na minha frente! (Inclusive, acho que ele já pode voltar ao Brasil!). Na época, estava mega enrolada, terminando o trabalho final da faculdade. Mas larguei tudo para encontrá-lo! 😍 (Ainda bem que passei! 😄)

A imagem pode conter: 1 pessoa, no palco

30) Minha meta profissional é, sem dúvidas, entrevistar o Alejandro Sanz.

31) Para me agradar basta… “Nossa, seu espanhol é lindo!” 😜.

32) “Espanhol é fácil. Eu entendo tudo, só não falo” – Eis a fórmula mágica para acabar com a minha paciência! 😖

33) Ah! E eu fico bem brava quando dão mais visibilidade a uma versão em inglês da música originalmente em espanhol de algum artista hispânico. Ah, gente… pra quê?! 😠

34) Minha palavra favorita em espanhol é corazonada. (Mas eu também amo a palavra apapachar 💞)

35) E a expressão que eu mais gosto é “¿Quién te ha dado vela en este entierro?”, que, a grosso modo, equivaleria ao nosso “quem te chamou na conversa”, usado para cortar as asinhas de quem estiver se metendo onde não foi chamado 😆

36) Mas, se eu tivesse que definir o espanhol em uma palavra, seria “pulsante” (como un corazón 💓).

37) Sempre faço e refaço exercícios sobre o uso dos pronomes Le/Les, porque acho um ponto bem delicado do idioma 😥.

38) Quase não encontro quem curta, mas eu sou APAIXONADA pela musica mariachi. Sério! Ouçam o Vicente Fernández cantando Me Voy a Quitar de en Medio e vejam que preciosidade da cultura mexicana ❤

Obs.: Se você também ama esse estilo de música, QUERO ser sua amiga! rsrsrsrs 🙂

39) Meu sonho é conhecer todos os países que falam espanhol! 🛫🌎💛

40) Adoraria tirar uma selfie com a Thalia e ainda pediria a ela para cantar Piel Morena (a minha favorita dela! 🙂)

41) Mas, se fosse para salir y tomar unos tragos, aí seria com a Kate Del Castillo, que interpreta a primeira dama babadeira de Ingobernable. Adoro a Kate! rsrs

42) Uma das vozes femininas mais intensas que conheço é da Alejandra Guzman. Confiram👂:

43) Acho que a  Selena Quintanilla é, na verdade, um fenômeno da natureza. Ela nasceu nos Estados Unidos, mas era filha de pais mexicanos. Morreu aos 23 anos e no auge da carreira, assassinada pela sócia e presidente do seu fã-clube 😭. Mas, até hoje, ela é considerada a rainha da música texana. E o mais incrível: Sua legião de fãs só aumenta!

44) Passaria um dia inteiro assistindo a esse vídeo ⬇ Acho incrível o público cantando e o vozeirão do Luis Miguel (mesmo bem longe do microfone! 🗣🎙rs). Enfim… Não há como não se render a essa canção 💘.

45) “Si alguna vez te pierdes, solo mira dentro” – Esse trecho da música Mira Dentro, do grupo espanhol Maldita Nerea, é o meu lema da vida! ❤

Ufa! Acho que para este 5 de outubro, é isso 🤔 rs. As outras coisas, eu te conto nos próximos passeios pela Calle 😉.

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Desafio Literário: Resenha de Bodas de Odio, de Caridad Bravo Adams

Dando check-in no primeiro mês de desafio literário, concluí a leitura de Bodas de Odio, escrito em 196, pela escritora mexicana Caridad Bravo Adams ✅.

Lembrando que para esse mês de setembro, o tema foi “Um livro que tenha sido adaptado para a TV” 📺.

Bodas de Odio virou novela nada menos que TRÊS vezes. A primeira em 1983, adotando o mesmo nome do livro, depois em 2003, com Amor Real, e mais recente, em 2013, com Lo que la Vida me Robó.

Mas, vamos ao livro! 🤓📚

Enredo

A história se passa no final do século XIX, nos tempos da Rússia czarista.

Lisaveta Kerloff é uma jovem aristocrata, porém de família falida 👎💸. Apaixonada (e correspondida) pelo tenente Fedor Mikailovich, ela tenta conseguir do pai, o coronel Ivan Petrovich Kerloff, permissão para se casar com o amado.

E se dependesse só do pai, Lisa tava bem na história. Mas, o problema é que no meio do romance tinha uma mãe ambiciosa, uma mãe ambiciosa tinha no meio do romance. E essa é Paula Petrovna.

A megera (ela é uma megera, gente! rs), percebendo as intenções de Lisa para com o humilde tenente, consegue, com ajuda do filho mais velho, Dimitri, tecer uma teia de intrigas e conspirações para separar a filha e o jovem. E tudo isso porque Paula já tinha em vista, aquele que, de acordo com ela, seria la pereja ideal para su hija.

Alejandro Kareline: Solteiro, milionário e príncipe. Esse era o cara! E para sorte de Paula, ele se apaixona por Lisa já no primeiro encontro e, acreditando nas mentiras da megera, acredita ter chances com a jovem.

Para complicar o enredo, o pai de Lisa fica muito doente e sua mãe passa a utilizar o estudo de saúde do coronel para coagir a filha a aceitar se casar com o príncipe e garantir a boa reputação da família Kerloff.

—En efecto, es espantoso que los hijos no comprendan a veces cuál es su deber, Lisaveta! Él, muriéndose por ti, pensando en que quedarás arruinada, con el nombre manchado y que no habrá hombre que se acerque a ti… y tú, en cambio, no puedes darle ni el gusto de ser amable con Kareline. Tengo entendido que Iván te ha pedido más de una vez que seas gentil y cortés con él.

—Así lo haré, mamá —prometió con vehemencia la joven”.

Lisa se sentia muito incomodada com as gentilezas de Alejandro, afinal, ela amava Fedor. No entanto, as esperanças da jovem com relação ao amado se desvaneciam pouco a pouco.

Em meio a tantas intrigas e estratagemas, a verdade é que Fedor marca bobeira e, graças às armações de Paula e Dimitri, acaba perdendo terreno na vida de Lisaveta.

Resumindo, gente: A megera tanto faz que consegue enganar a filha e o príncipe, com o objetivo de casá-los, salvar a família Kerloff da ruína e, de quebra, garantir a sua boa vida. E como ela faz isso? “Prestenção”: Ela convence a filha de que Alejandro sabe toda a verdade sobre seus sentimentos, mas, ainda assim, deseja se casar com uma jovem da aristocracia apenas para melhorar sua reputação enquanto príncipe.

Por outro lado, Paula convence a Alejandro de que Lisa sim o ama, mas é uma jovem caprichosa, que ainda não sabe lidar com os sentimentos e expressá-los da forma adequada. (Falei pra vocês que ela era uma megera 😝 rsrs)

E casar, eles casam. Maaaaas, no dia de la fieta de matrimonio, todas as mentiras são descobertas, Alejandro descobre a existência de Fedor, Lisa fica sabendo que o príncipe estava crente que ela o amava… enfim. Foi babado, confusão e gritaria!

E a partir daí, a história começa uma nova etapa. Lisa odiando (ou achando que odiava) o marido. Alejandro querendo odiar (mas, na verdade, muitíssimo apaixonado) por lisa. ¡Ese es el drama que me gusta! Jejeje

Nessa fase, Paula Petrovna sai de cena, mas nem por isso a vida de Lisa fica mais tranquila e favorável. Isso porque chega Natacha Maslova, com sua paixão platônica por Alejandro. E aí temos mais intrigas, mais armações e mais tretas até os capítulos finais.

Vale a leitura? 🤔

Como boa amante de telenovelas mexicanas, sou suspeita para falar. Mas, aí vai meu parecer: Vale! 🙂

Caridad Bravo Adams é uma verdadeira mestra dos argumentos bem costurados e o resultado desse talento é que ficamos presos, atados e amarrados à história ATÉ-O-FIM. Especificamente no caso de Bodas de Odio, a história toma caminhos bem inesperados, dando aqueles sustinhos na gente durante o percurso da leitura (😮😰😧). E isso é ótimo porque deixa a narrativa mais viva e dinâmica.

No entanto, sem sobra de dúvida, o ponto forte da obra é a intensidade. A boa e velha intensidade mexicana que eu simplesmente AMO! ❤

Emoções à flor da pele e sentimentos bem definidos. Trata-se de um romance sim, mas não um romance água com açúcar e cor de rosa. Eu diria que é um romance sacudido e cheio de reviravoltas!

“— Lo que tengo que reprocharte es que no hayas sido franca… ¿Qué necesitabas para salvar a tu padre? ¿Un puñado de rublos? ¡Los hubiera dado con placer, sin necesidad de engaños y farsas!

– ¡Yo no los hubiera aceptado como una limosna! —replicó ella, desafiante también.

Corrió, escaleras arriba. Alex quedó inmóvil, con los puños apretados. Su ira se disolvió en dolor y pensó con angustia:

– ¡Odio, sólo odio puede haber entre nosotros dos!”

Então, meus amigxs, para quem curte esse estilo de narrativa regada à emoção, fica a dica! Caridad Bravo Adams é A MESTRA! rsrsrs

➡ Leitura: Desafio literário à la Calle Hispánica

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Música: Playlist da Calle Hispánica no Spotfy 🎶

No próximo domingo, 1° de outubro, é celebrado o Dia Internacional da Música 🎼❤. E, quem passeia aqui pela Calle Hispánica, já deve ter percebido que música é justamente o que temos para todos os lados, especialmente na categoria “Lista”. Então, aproveitando a data e também todo ese chorro de canciones que tenemos por aquí,  finalmente montei a playlist da Calle Hispánica no Spotfy! Demorou, mas saiu! 😆

Até o momento, já temos 106 músicas e vou seguir acrescentando, conforme vão nascendo as novas listas aqui no Blog 🙂. Então, já segue a playlist para não perder as atualizações, dá um play e se joga na hispanidade dessa vida, porque é disso que a gente gosta, né non?! 😜💃

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Ciganos na Espanha: conquistas, reivindicações e cultura à flor da pele

No início do ano nós tivemos aqui no blog um post para celebrar o Día Internaccional Del Pueblo Gitano. A publicação trouxe 5 músicas pra gente curtir o ritmo pulsante dessa cultura.

No entanto, levando-se em consideração a forte presença dos ciganos na Espanha, esse encontro de duas culturas tão vivas (e lindas! ❤) merece mais espaço aqui na nossa Calle. Por isso e também para entendermos as questões culturais e a atual situação do povo cigano na Espanha, eu conversei com o presidente da Unión Romaní (organização não governamental dedicada à defesa da comunidade cigana) Juan de Dios Ramírez-Heredia.

[SPOILER: Vocês sabiam que o Brasil teve um presidente cigano? 🤔 Então, é só seguir aqui que já, já conto pra vocês o nome dele. Ou melhor, o Juan de Dios vai contar 😉]

Os ciganos estão espalhados por quase todas as regiões do mundo. No que se refere à sua origem, há um consenso entre os especialistas de que a Índia seria o local de surgimento desse povo.

De acordo com a Unión Romaní, embora não seja possível definir de forma precisa, estima-se que cerca de 750.000 ciganos vivam na Espanha e, desse total, quase a metade (cerca de 350 mil) encontra-se em Andaluzia.

“A cultura cigana está presente na Espanha desde o século XV e, na região de Andaluzia é possível vive-la e senti-la de forma mais intensa. Os costumes ciganos se transformaram em sinais de identidade de todo o povo andaluz. Está claro, e ninguém deveria colocar isso em questão, que Andaluzia não seria a mesma sem os ciganos. Por outro lado, nossa história e nossa cultura ainda são grandes desconhecidas e não gozam do reconhecimento merecido por parte das instituições. Por isso, as associações ciganas estão reivindicando que a história e a cultura do nosso povo sejam disciplinas que integrem o currículo escolar. Em algumas comunidades, com em Castilla e em León, isso já acontece”, explica Juan de Dios.

O presidente da Unión Romaní destaca que do Primeiro Congresso Mundial cigano, realizado em Londres, em 1971, surgiram acordos importantes que se mantêm até hoje. “Como exemplo, podemos citar a Bandeira Cigana (azul e verde, com a roda vermelha ao centro e o Hino Internacional Cigano (Gelem, Gelem). Decidiu-se também na ocasião exigir da Alemanha uma indenização pelas vítimas do Samudaripen (o Holocausto cigano), para que essa verba fosse investida na educação, formação e capacitação das comunidades ciganas que sofreram com esse extermínio. Também fruto desse Congresso, em 1978, a ONU reconheceu o Povo Cigano como uma Minoria Cultural Não Governamental”, pontua Juan de Dios.

Outro questão destacada por Juan é que para se conseguir políticas e ações mais efetivas no que se refere à educação, à inclusão no mercado de trabalho, ao melhor acesso à saúde e à moradia, é fundamental que a opinião dos ciganos seja levada em consideração.

Segundo o presidente da Unión Rumaní, o desejo de por fim aos preconceitos que a maior parte da sociedade tem em relação aos ciganos também faz parte das reivindicações atuais.

“Atualmente, nós ciganos somos cidadãos de pleno direito, assim como o resto dos cidadãos espanhóis. No entanto, grande parte dos ciganos ainda vive em situação de exclusão social. Os principais problemas concentram-se na educação, emprego e moradia. O abandono escolar por parte dos jovens ciganos chega aos 64%. Além disso, estamos lutando pelo direito de termos uma identidade cultural reconhecida. Por isso, falar de inclusão hoje em dia é uma falácia, pois a igualdade de oportunidades ainda não é real”, explica Juan de Dios.

Cultura cigana

E quando falamos em cultura cigana, de imediato nos vem à mente o vibrante flamenco.

“A música é um dos elementos fundamentais da cultura cigana e o flamenco é, sem dúvidas, uma das mais ricas contribuições da nossa cultura à cultura universal. Por isso, a Unesco o declarou Patrimônio Imaterial da Humanidade em 2010”.

E quanto aos artistas ciganos que colaboraram para o reconhecimento dessa cultura, Juan destaca Camarón de la Isla, Django Reinhardt, Raimundo Amador, Carmen Amaya, Joaquín Cortés e Los Gipsy Kings.

“Aos já mencionados, devemos incluir também personagens como Juscelino Kubitschek, Soraya Post (membro do parlamento europeu), Rafael de Paula (toureiro) e Eric Cantona (jogador de futebol). Há, ainda, outros ciganos que seguem lutando por sua comunidade e pelo seu reconhecimento, como o jornalista  Joan Oleaque, a advogada Carmen Santiago, a professora  Ana Giménez e a estilista Juana Martín.

Para quem está planejando viajar à Espanha, Juan de Dios deixa a dica: “Não há um lugar específico e concreto na Espanha onde seja possível viver a cultura cigana em sentido amplo, pois cada família vive essa cultura de forma interna. No entanto, há muitos lugares onde é possível desfrutar de uma das expressões mais conhecidas da nossa cultura, o flamenco. Se me perguntam sobre um lugar, eu sugiriria Casa Patas, em Madrid”.

5 músicas para celebrar ‘el Día Internacional del Pueblo Gitano’

Y además…

Entrevista completa con el presidente de la Unión Romaní, Juan de Dios Ramírez-Heredia

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Además: Estrevista completa con Juan de Dios Ramírez-Heredia

Para hablar un poco sobre la comunidad gitana en España y también sobre su cultura, Calle Hispánica entrevistó al presidente de la Unión Romaní, Juan de Dios Ramírez-Heredia.

Juan de Dios Ramírez-Heredia, presidente de la Unión Romaní

1) ¿Es posible definir cuántos gitanos viven en España? 

En España no hay datos certeros al respecto, porqué en los censos de población no se recoge la etnia de las personas. Sin embargo, calculamos que actualmente la población gitana española está formada por unas 750.000 personas, de las cuales casi la mitad se encuentran en Andalucía, donde viven cerca de 350.000 gitanos, lo que supone un 5% de la población total de esa zona.

2) ¿Cuáles fueron las principales conquistas de ese pueblo? 

El 8 de abril de 1971 se celebró el Primer Congreso Mundial Gitano, en Londres, al que acudieron rromà de 25 países diferentes. De allí salieron acuerdos importantes que se mantienen hasta el día de hoy: se creó la Bandera Gitana (azul y verde, con la rueda roja en el centro) y el Himno Internacional Gitano, Gelem, Gelem; se decidió estandarizar la lengua gitana, el rromanò; y exigir una indemnización a Alemania por las víctimas del Samudaripen (el Holocausot gitano) para invertirlas en formación, educación y capacitación para las comunidades gitanas que habían padecido el exterminio. También fruto de ese Congreso, en 1978, la ONU reconoció al Pueblo Gitano como una Minoría Cultural No Gubernamental.

3)  Actualmente, ¿Qué lugar ocupa la cultura gitana en España?

La cultura gitana está presente en España desde el siglo XV y ha aportado mucho a la cultura española, por ejemplo, hay más de 80 palabras que usamos en castellano que provienen de nuestra lengua, el romanò. En Andalucía, la cultura gitana se ha vivido como en ningún otro lugar de España, ya que las costumbres asociadas a los gitanos se han convertido en señas de identidad de todo el pueblo andaluz. Está claro, y nadie debería ponerlo en duda, que Andalucía no sería lo mismo sin los gitanos. Y por ende España tampoco.

Sin embargo, nuestra historia y nuestra cultura todavía son grandes desconocidas y no gozan del reconocimiento merecido por parte de las instituciones. Por eso, las asociaciones gitanas estamos reclamando que la historia y la cultura de nuestro pueblo se estudien en los colegios. En algunas comunidades, como en Castilla y León, ya se ha incorporado al currículum educativo y en muchas ciudades españolas ya se han aprobado mociones para instar a los gobiernos autonómicos a hacer lo mismo.

4) El flamenco es una expresión artística conocida mundialmente. Pero, ¿cuáles son las otras formas de arte gitano que, en su opinión, no tienen todavía su debido reconocimiento?

La música es uno de los elementos fundamentales de la cultura gitana y el flamenco es, sin duda, una de las más ricas aportaciones de nuestra cultura a la cultura universal.  Por eso la UNESCO lo declaró Patrimonio Inmaterial de la Humanidad en 2010. Aunque está es la expresión artística más representativa del Pueblo Gitano, también encontramos gitanos en otras muchas disciplinas. Por citar algunos, en el mundo del cine tenemos a Charles Chaplin, Helen Mirren o Michael Caine. También hay grandes pintores gitanos, como Lita Cabellut, la artista española viva más cotizada del mundo del arte, Ceija Stoika, Helios Gómez, Luis Heredia Amaya… Y en el campo de las letras, Wronislawa Wajs (Papusza), José Heredia Maya, Rajko Djuric, Bajram Haliti…

5) Y ¿cuáles son los artistas gitanos que tienen/tuvieron gran importancia en la difusión de la cultura de ese pueblo?

Hay muchos artistas gitanos que han ayudado a la visibilización y reconocimiento de nuestra cultura. A los anteriormente mencionados deberíamos añadir a grandes figuras de la música y el baile, como Camarón de la Isla, Django Reinhardt, Raimundo Amador, Carmen Amaya, Joaquín Cortés, Los Gipsy Kings…  Y un amplio etc. de personajes que han influido mucho en sus disciplinas y en sus sociedades: Juscelino Kubitschek (fue presidente de Brasil); Soraya Post (eurodiputada); Rafael de Paula (torero); Eric Cantona (futbolista)… Y después muchísimos gitanos de a pie que están luchando por su comunidad y su reconocimiento: el periodista Joan Oleaque; la abogada Carmen Santiago; la profesora de universidad Ana Giménez; la diseñadora de moda Juana Martín; el politólogo Pedro Aguilera; el experto en rromanò Nicolás Jiménez…

6)  En 1977, los gitanos españoles presentaban la siguiente reivindicación a los partidos políticos: Lo que buscan los gitanos es que, detente el Poder quien lo detente, se les considere a ellos y su cultura, como españoles a todos los efectos y se reconozca su derecho a tener un puesto en la sociedad”. ¿Cómo evalúa usted  la situación de los gitanos en España, hoy día?

Actualmente, los gitanos somos ciudadanos de pleno derecho, al igual que el resto de los ciudadanos españoles, por lo que, sobre el papel, disfrutamos exactamente de los mismos derechos. Sin embargo, gran parte de los gitanos siguen viviendo en situación de exclusión social. Los principales problemas se centran en la educación, el empleo y la vivienda. Por mencionar algunos ejemplos, el abandono escolar temprano de la juventud gitana se sitúa en el 64%, sufren una tasa de paro doble que la del resto de la población y siguen sin gozar de un acceso a la vivienda en condiciones. Además, los gitanos estamos luchando por nuestro derecho a ser reconocidos como identidad cultural. Por ello, hablar de inclusión hoy en día es una falacia, porqué la igualdad de oportunidades aún no es real.

¿Y cuáles son las reivindicaciones actuales? 

El Pueblo Gitano está reclamando ser artífice de su propia promoción social. Para conseguirlo, es necesaria una mayor implicación por parte de las administraciones, una financiación más ágil y más realista y que se tenga en cuenta nuestra opinión y manera de hacer para conseguir políticas y actuaciones exitosas, en ámbitos como la educación, la promoción social, la inclusión laboral, o el mejor acceso a la salud y a la vivienda, por ejemplo.

Otra reivindicación gitana que sigue latente hoy en día es enterrar los prejuicios que la sociedad mayoritaria tiene sobre nosotros y que se amplifican a través de los medios de comunicación. La ciudadanía debería formarse valoraciones de los gitanos a través de experiencias reales y no de lo que oye por ahí o de lo que ve en la televisión.

7) ¿Cómo considera la actuación de la prensa en lo que se refiere al reconocimiento del pueblo gitano?

Desde Unión Romaní elaboramos anualmente un estudio estadístico, ‘¿Periodistas contra el racismo? La prensa española ante el Pueblo Gitano’, en el que analizamos precisamente el trato que le da la prensa española a las noticias relacionadas con la comunidad gitana. En el estudio del 2016 constatamos una vez más que en los medios sigue habiendo racismo: un 19% de las noticias analizadas se trataron de forma negativa. Así la palabra “gitano” aparece en muchas informaciones de forma gratuita y contribuye, básicamente, a continuar estigmatizando a la comunidad. Además, pocas veces se da voz al Pueblo Gitano para contrastar la información. Lo peor es que esta manera de actuar se acentúa cuando se narra un hecho ya de por sí negativo –asesinatos, delincuencia, etc.–. Algo perverso, porque es justamente en esos casos cuando se debería ir con más cuidado y priorizar la rigurosidad y la imparcialidad.

Otro aspecto a destacar es que los temas están muy encorsetados. O se nos asocia con delincuencia y marginalidad o aparecemos ligados al folclore. Los estereotipos han conseguido dañar nuestra imagen porque han conseguido invisibilizar a buena parte de nuestra población, a los miles y miles de gitanos que viven en la “normalidad”. El prejuicio nos arrincona a ser marginales o bohemios artistas, y esa no es la realidad de nuestro pueblo.

8) A los brasileños que se van de viaje a España, ¿les sugiere algún sitio específico en donde se pueda vivir la cultura gitana

No hay un lugar concreto en España donde se pueda vivir la cultura gitana, en sentido amplio, porqué cada familia la vive de forma interna. Sí que hay muchos lugares donde puede disfrutar de una de las expresiones más conocidas de nuestra cultura, el flamenco. Si me pide uno, le sugeriría Casa Patas, en Madrid.

9) Y por fin, ¿Qué significa ser gitano?

Ser gitano es sentirse gitano, ser partícipe de un sistema de valores que impregna todo el cuerpo y que tamiza la percepción exterior en base a una cultura milenaria. Es tu forma de ver la vida, tus raíces, tus valores…

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