Calle Hispánica

Um passeio pela cultura em espanhol

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Ciganos na Espanha: conquistas, reivindicações e cultura à flor da pele

No início do ano nós tivemos aqui no blog um post para celebrar o Día Internaccional Del Pueblo Gitano. A publicação trouxe 5 músicas pra gente curtir o ritmo pulsante dessa cultura.

No entanto, levando-se em consideração a forte presença dos ciganos na Espanha, esse encontro de duas culturas tão vivas (e lindas! ❤) merece mais espaço aqui na nossa Calle. Por isso e também para entendermos as questões culturais e a atual situação do povo cigano na Espanha, eu conversei com o presidente da Unión Romaní (organização não governamental dedicada à defesa da comunidade cigana) Juan de Dios Ramírez-Heredia.

[SPOILER: Vocês sabiam que o Brasil teve um presidente cigano? 🤔 Então, é só seguir aqui que já, já conto pra vocês o nome dele. Ou melhor, o Juan de Dios vai contar 😉]

Os ciganos estão espalhados por quase todas as regiões do mundo. No que se refere à sua origem, há um consenso entre os especialistas de que a Índia seria o local de surgimento desse povo.

De acordo com a Unión Romaní, embora não seja possível definir de forma precisa, estima-se que cerca de 750.000 ciganos vivam na Espanha e, desse total, quase a metade (cerca de 350 mil) encontra-se em Andaluzia.

“A cultura cigana está presente na Espanha desde o século XV e, na região de Andaluzia é possível vive-la e senti-la de forma mais intensa. Os costumes ciganos se transformaram em sinais de identidade de todo o povo andaluz. Está claro, e ninguém deveria colocar isso em questão, que Andaluzia não seria a mesma sem os ciganos. Por outro lado, nossa história e nossa cultura ainda são grandes desconhecidas e não gozam do reconhecimento merecido por parte das instituições. Por isso, as associações ciganas estão reivindicando que a história e a cultura do nosso povo sejam disciplinas que integrem o currículo escolar. Em algumas comunidades, com em Castilla e em León, isso já acontece”, explica Juan de Dios.

O presidente da Unión Romaní destaca que do Primeiro Congresso Mundial cigano, realizado em Londres, em 1971, surgiram acordos importantes que se mantêm até hoje. “Como exemplo, podemos citar a Bandeira Cigana (azul e verde, com a roda vermelha ao centro e o Hino Internacional Cigano (Gelem, Gelem). Decidiu-se também na ocasião exigir da Alemanha uma indenização pelas vítimas do Samudaripen (o Holocausto cigano), para que essa verba fosse investida na educação, formação e capacitação das comunidades ciganas que sofreram com esse extermínio. Também fruto desse Congresso, em 1978, a ONU reconheceu o Povo Cigano como uma Minoria Cultural Não Governamental”, pontua Juan de Dios.

Outro questão destacada por Juan é que para se conseguir políticas e ações mais efetivas no que se refere à educação, à inclusão no mercado de trabalho, ao melhor acesso à saúde e à moradia, é fundamental que a opinião dos ciganos seja levada em consideração.

Segundo o presidente da Unión Rumaní, o desejo de por fim aos preconceitos que a maior parte da sociedade tem em relação aos ciganos também faz parte das reivindicações atuais.

“Atualmente, nós ciganos somos cidadãos de pleno direito, assim como o resto dos cidadãos espanhóis. No entanto, grande parte dos ciganos ainda vive em situação de exclusão social. Os principais problemas concentram-se na educação, emprego e moradia. O abandono escolar por parte dos jovens ciganos chega aos 64%. Além disso, estamos lutando pelo direito de termos uma identidade cultural reconhecida. Por isso, falar de inclusão hoje em dia é uma falácia, pois a igualdade de oportunidades ainda não é real”, explica Juan de Dios.

Cultura cigana

E quando falamos em cultura cigana, de imediato nos vem à mente o vibrante flamenco.

“A música é um dos elementos fundamentais da cultura cigana e o flamenco é, sem dúvidas, uma das mais ricas contribuições da nossa cultura à cultura universal. Por isso, a Unesco o declarou Patrimônio Imaterial da Humanidade em 2010”.

E quanto aos artistas ciganos que colaboraram para o reconhecimento dessa cultura, Juan destaca Camarón de la Isla, Django Reinhardt, Raimundo Amador, Carmen Amaya, Joaquín Cortés e Los Gipsy Kings.

“Aos já mencionados, devemos incluir também personagens como Juscelino Kubitschek, Soraya Post (membro do parlamento europeu), Rafael de Paula (toureiro) e Eric Cantona (jogador de futebol). Há, ainda, outros ciganos que seguem lutando por sua comunidade e pelo seu reconhecimento, como o jornalista  Joan Oleaque, a advogada Carmen Santiago, a professora  Ana Giménez e a estilista Juana Martín.

Para quem está planejando viajar à Espanha, Juan de Dios deixa a dica: “Não há um lugar específico e concreto na Espanha onde seja possível viver a cultura cigana em sentido amplo, pois cada família vive essa cultura de forma interna. No entanto, há muitos lugares onde é possível desfrutar de uma das expressões mais conhecidas da nossa cultura, o flamenco. Se me perguntam sobre um lugar, eu sugiriria Casa Patas, em Madrid”.

5 músicas para celebrar ‘el Día Internacional del Pueblo Gitano’

Y además…

Entrevista completa con el presidente de la Unión Romaní, Juan de Dios Ramírez-Heredia

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Además: Estrevista completa con Juan de Dios Ramírez-Heredia

Para hablar un poco sobre la comunidad gitana en España y también sobre su cultura, Calle Hispánica entrevistó al presidente de la Unión Romaní, Juan de Dios Ramírez-Heredia.

Juan de Dios Ramírez-Heredia, presidente de la Unión Romaní

1) ¿Es posible definir cuántos gitanos viven en España? 

En España no hay datos certeros al respecto, porqué en los censos de población no se recoge la etnia de las personas. Sin embargo, calculamos que actualmente la población gitana española está formada por unas 750.000 personas, de las cuales casi la mitad se encuentran en Andalucía, donde viven cerca de 350.000 gitanos, lo que supone un 5% de la población total de esa zona.

2) ¿Cuáles fueron las principales conquistas de ese pueblo? 

El 8 de abril de 1971 se celebró el Primer Congreso Mundial Gitano, en Londres, al que acudieron rromà de 25 países diferentes. De allí salieron acuerdos importantes que se mantienen hasta el día de hoy: se creó la Bandera Gitana (azul y verde, con la rueda roja en el centro) y el Himno Internacional Gitano, Gelem, Gelem; se decidió estandarizar la lengua gitana, el rromanò; y exigir una indemnización a Alemania por las víctimas del Samudaripen (el Holocausot gitano) para invertirlas en formación, educación y capacitación para las comunidades gitanas que habían padecido el exterminio. También fruto de ese Congreso, en 1978, la ONU reconoció al Pueblo Gitano como una Minoría Cultural No Gubernamental.

3)  Actualmente, ¿Qué lugar ocupa la cultura gitana en España?

La cultura gitana está presente en España desde el siglo XV y ha aportado mucho a la cultura española, por ejemplo, hay más de 80 palabras que usamos en castellano que provienen de nuestra lengua, el romanò. En Andalucía, la cultura gitana se ha vivido como en ningún otro lugar de España, ya que las costumbres asociadas a los gitanos se han convertido en señas de identidad de todo el pueblo andaluz. Está claro, y nadie debería ponerlo en duda, que Andalucía no sería lo mismo sin los gitanos. Y por ende España tampoco.

Sin embargo, nuestra historia y nuestra cultura todavía son grandes desconocidas y no gozan del reconocimiento merecido por parte de las instituciones. Por eso, las asociaciones gitanas estamos reclamando que la historia y la cultura de nuestro pueblo se estudien en los colegios. En algunas comunidades, como en Castilla y León, ya se ha incorporado al currículum educativo y en muchas ciudades españolas ya se han aprobado mociones para instar a los gobiernos autonómicos a hacer lo mismo.

4) El flamenco es una expresión artística conocida mundialmente. Pero, ¿cuáles son las otras formas de arte gitano que, en su opinión, no tienen todavía su debido reconocimiento?

La música es uno de los elementos fundamentales de la cultura gitana y el flamenco es, sin duda, una de las más ricas aportaciones de nuestra cultura a la cultura universal.  Por eso la UNESCO lo declaró Patrimonio Inmaterial de la Humanidad en 2010. Aunque está es la expresión artística más representativa del Pueblo Gitano, también encontramos gitanos en otras muchas disciplinas. Por citar algunos, en el mundo del cine tenemos a Charles Chaplin, Helen Mirren o Michael Caine. También hay grandes pintores gitanos, como Lita Cabellut, la artista española viva más cotizada del mundo del arte, Ceija Stoika, Helios Gómez, Luis Heredia Amaya… Y en el campo de las letras, Wronislawa Wajs (Papusza), José Heredia Maya, Rajko Djuric, Bajram Haliti…

5) Y ¿cuáles son los artistas gitanos que tienen/tuvieron gran importancia en la difusión de la cultura de ese pueblo?

Hay muchos artistas gitanos que han ayudado a la visibilización y reconocimiento de nuestra cultura. A los anteriormente mencionados deberíamos añadir a grandes figuras de la música y el baile, como Camarón de la Isla, Django Reinhardt, Raimundo Amador, Carmen Amaya, Joaquín Cortés, Los Gipsy Kings…  Y un amplio etc. de personajes que han influido mucho en sus disciplinas y en sus sociedades: Juscelino Kubitschek (fue presidente de Brasil); Soraya Post (eurodiputada); Rafael de Paula (torero); Eric Cantona (futbolista)… Y después muchísimos gitanos de a pie que están luchando por su comunidad y su reconocimiento: el periodista Joan Oleaque; la abogada Carmen Santiago; la profesora de universidad Ana Giménez; la diseñadora de moda Juana Martín; el politólogo Pedro Aguilera; el experto en rromanò Nicolás Jiménez…

6)  En 1977, los gitanos españoles presentaban la siguiente reivindicación a los partidos políticos: Lo que buscan los gitanos es que, detente el Poder quien lo detente, se les considere a ellos y su cultura, como españoles a todos los efectos y se reconozca su derecho a tener un puesto en la sociedad”. ¿Cómo evalúa usted  la situación de los gitanos en España, hoy día?

Actualmente, los gitanos somos ciudadanos de pleno derecho, al igual que el resto de los ciudadanos españoles, por lo que, sobre el papel, disfrutamos exactamente de los mismos derechos. Sin embargo, gran parte de los gitanos siguen viviendo en situación de exclusión social. Los principales problemas se centran en la educación, el empleo y la vivienda. Por mencionar algunos ejemplos, el abandono escolar temprano de la juventud gitana se sitúa en el 64%, sufren una tasa de paro doble que la del resto de la población y siguen sin gozar de un acceso a la vivienda en condiciones. Además, los gitanos estamos luchando por nuestro derecho a ser reconocidos como identidad cultural. Por ello, hablar de inclusión hoy en día es una falacia, porqué la igualdad de oportunidades aún no es real.

¿Y cuáles son las reivindicaciones actuales? 

El Pueblo Gitano está reclamando ser artífice de su propia promoción social. Para conseguirlo, es necesaria una mayor implicación por parte de las administraciones, una financiación más ágil y más realista y que se tenga en cuenta nuestra opinión y manera de hacer para conseguir políticas y actuaciones exitosas, en ámbitos como la educación, la promoción social, la inclusión laboral, o el mejor acceso a la salud y a la vivienda, por ejemplo.

Otra reivindicación gitana que sigue latente hoy en día es enterrar los prejuicios que la sociedad mayoritaria tiene sobre nosotros y que se amplifican a través de los medios de comunicación. La ciudadanía debería formarse valoraciones de los gitanos a través de experiencias reales y no de lo que oye por ahí o de lo que ve en la televisión.

7) ¿Cómo considera la actuación de la prensa en lo que se refiere al reconocimiento del pueblo gitano?

Desde Unión Romaní elaboramos anualmente un estudio estadístico, ‘¿Periodistas contra el racismo? La prensa española ante el Pueblo Gitano’, en el que analizamos precisamente el trato que le da la prensa española a las noticias relacionadas con la comunidad gitana. En el estudio del 2016 constatamos una vez más que en los medios sigue habiendo racismo: un 19% de las noticias analizadas se trataron de forma negativa. Así la palabra “gitano” aparece en muchas informaciones de forma gratuita y contribuye, básicamente, a continuar estigmatizando a la comunidad. Además, pocas veces se da voz al Pueblo Gitano para contrastar la información. Lo peor es que esta manera de actuar se acentúa cuando se narra un hecho ya de por sí negativo –asesinatos, delincuencia, etc.–. Algo perverso, porque es justamente en esos casos cuando se debería ir con más cuidado y priorizar la rigurosidad y la imparcialidad.

Otro aspecto a destacar es que los temas están muy encorsetados. O se nos asocia con delincuencia y marginalidad o aparecemos ligados al folclore. Los estereotipos han conseguido dañar nuestra imagen porque han conseguido invisibilizar a buena parte de nuestra población, a los miles y miles de gitanos que viven en la “normalidad”. El prejuicio nos arrincona a ser marginales o bohemios artistas, y esa no es la realidad de nuestro pueblo.

8) A los brasileños que se van de viaje a España, ¿les sugiere algún sitio específico en donde se pueda vivir la cultura gitana

No hay un lugar concreto en España donde se pueda vivir la cultura gitana, en sentido amplio, porqué cada familia la vive de forma interna. Sí que hay muchos lugares donde puede disfrutar de una de las expresiones más conocidas de nuestra cultura, el flamenco. Si me pide uno, le sugeriría Casa Patas, en Madrid.

9) Y por fin, ¿Qué significa ser gitano?

Ser gitano es sentirse gitano, ser partícipe de un sistema de valores que impregna todo el cuerpo y que tamiza la percepción exterior en base a una cultura milenaria. Es tu forma de ver la vida, tus raíces, tus valores…

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5 músicas em espanhol que fizeram sucesso “en los 80”

Nasci no final da década de 80 (em 1987 para ser específica), mas, por causa da minha hermana (que é 1981), conheço BEM vários clássicos juveniles da época. Na minha casa, Dominó, Balão Mágico e Menudo eram presença garantida! 😆 rsrs

Pensando nisso, resolvi fazer esse post, para falar um pouco sobre os sucessos da música hispânica durante esse período que, apesar das ombreiras bufantes, das combinações “descombinates” de cores e adereços e dos cortes de cabelo bastante questionáveis, foi uma época inesquecível 💖.

Então, vamos para a nossa playlist! (“Prestenção” que nessa lista tem alguns temas que ganharam versões brasileiras e fizeram MUITO sucesso por aqui. Se você é dos anos 80, APOSTO que vai lembrar! 😜)

Bora lá! 🎧

Timbiriche – Somos Amigos

O grupo mexicano Timbiriche, composto oficialmente por Sasha Sökol, Paulina Rubio, Alix Bauer, Mariana Garza, Benny Ibarra, Diego Shoening y Erick Rubin, começou a carreira em 1982 e seguiu até 1994 como uma das principais bandas do pop latino.

Dizemos “composto oficialmente” porque ao longo da trajetória do grupo, alguns integrantes saíram para investir na carreira solo e, outros entravam para substituir. Entre essa galera que veio para completar a formação da banda, estão nomes como Thalia (a própria!😜) Eduardo Capetillo (o Sergio Santibañez, de Marimar), Edith Márquez, Bibi Gaytán, entre outros.

Após o fim do grupo, alguns integrantes voltaram a se reunir algumas vezes para cantar e relembrar os sucessos que marcaram época. Atualmente, Sacha Benny, Erik, Mariana, Diego e Alix se apresentam juntos em celebração aos 35 anos de história da banda.

Obs.: Se você ouviu Balão Mágico e Fábio Jr. cantando “somos amigos, amigos do peito, amigos de vocês“, parabéns! Você teve uma infância feliz 😆.

Timbiriche – Con Todos, Menos Conmigo

E aqui temos a galera do Timbiriche de nuevo, mas agora com o tema Con Todos Menos Conmigo, lançado em 1987.

Obs.: Sim, amigxs! “Com Todos, Menos Comigo”, do Dominó, é a versão em português desse sucesso do Timbiriche 😉.

Flans – Bazar

Ilse María, Ivonne Margarita  e Irma Angélica formaram, em 1985, o grupo FLANS.

O trio, pensado e criado para surgir já com identidade, personalidade e figurino definidos, ditou tendência entre os adolescentes da época.

O tema Bazar, lançado no mesmo ano de surgimento do grupo, era figurinha carimbada nas discotecas mexicanas rs

Recentemente, Ilse, Ivonne e Irma voltaram a subir aos palcos, realizando o sonho de consumos dos mais saudosos .

Menudo – Sabes a Chocolate

Acho que esses muchachos, nós, brasileiros, conhecemos bem, não é mesmo?! (Não, se reprima, não se reprima, não se reprima… 🕺)

Criado por Edgardo Díaz, que se inspirou no grupo espanhol La Pandilla, do início dos anos 70, os “menudos” surgiram em 1977.

O grupo seguiu até 1996 e, reza a lenda que, cerca de 40 muchachos passaram pela banda. Entre eles, Ricky Martin, que entrou em 1984, substituindo Ricky Meléndez.

Magneto – Las Palabras 

Formado originalmente por Eddie, Xavier, Elías, Pepe, y Juan, o grupo mexicano Magneto, teve início em 1983 e seguiu até 1995, ano em que teve início a turnê de despedida.

A banda alcançou números importantes, como 50 discos de ouro, 7 discos de platino e 1 de diamante.

A música Las Palabras, de 1990 (mas com uma vibe 100% anos 80!) é interpretada em parceria com a cantora e atriz mexicana Angelica Vale (tá lembrado da novela Amigas y Rivales e da personagem Nayeli? Entonces, ¡es ella! 😉)

Obs.: Gente, se vocês já ouviram a versão do grupo Dominó (As Palavras), com a participação da Angélica (a nossa, do Taxi 🚖), verão como é surpreendente a semelhança da voz entre as duas Angélicas! 😅 rs

➡ Confira também: 5 músicas en español para celebrar a nossa latinidade

Y Además… 

Te dejo una entrevista en la que algunos de los integrantes de Timbiriche hablan del regreso a los escenarios 🙂.

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Uruguai: 5 dias de muita “parrilla”, democracia e direitos sociais – Parte I

Para quem, assim como a jornalista Sílvia Amâncio, tem como meta conhecer a nossa linda América Latina (🛫🌎), os posts de hoje trazem un chorro de dicas sobre o Uruguai (🇺🇾).

A Sílvia esteve lá em agosto e passou por Montevidéu e Punta del Este. Então, se acomode aí e vem conferir esse relato 🙂.

“A ideia continua a mesma: conhecer todos os países da América Latina. E, desta vez, fomos rumo à República Oriental do Uruguai, com um pouco mais de três milhões de habitantes, dos quais quase dois milhões vivem na capital, Montevidéu, que no início do século passado era considerada a “Suíça da América do Sul”. Fomos na última semana de agosto e ainda pegamos o finalzinho do inverno, dias de chuvas, fortes ventos e com temperatura na casa dos 12° graus. Um charme só.

Nos hospedamos bem no Centro de Montevidéu, esquina com a principal avenida da cidade, a 18 de Julio, onde logo na esquina podemos ver a Fuente de Los Candados, com seus milhares de cadeados celebrando o amor eterno.

Fonte dos Cadeados / Crédito: Sílvia Amâncio

Seguindo a avenida, de um lado a outro, prédios históricos da época da colonização espanhola e com influências francesas. Um detalhe nos chama atenção, prédios com placas “Mides”, trata-se de um programa do “Ministerio de Desarrollo Social”, que são casas de acolhimento para mulheres vítimas de violência doméstica, abertas 24h por dia. No Uruguai, saúde e educação são para todas e todos. É um semi-socialismo, em um país que teve 12 anos de ditadura militar e apagou esse passado opressor com democracia e avanços nos direitos sociais.

Ao final do caminho, a Plaza Independência, com o Palácio Salvo, que já foi o mais alto da capital e é aberto para visitação. Nessa região também encontramos o Museu dos Presidentes e o atual prédio da Presidência da República, ocupada hoje por Tabaré Vasquez e Lucía Topolansky (companheira do ex-presidente Pepe Mujica). Mais à frente, dividindo a região central, a única estrutura em pé da antiga muralha que cercava a cidade no período colonial, entramos no bairro de Ciudad Vieja.

Plaza de la Independencia / Crédito: Sílvia Amâncio

Em Ciudad Vieja, a parte mais antiga de Montevidéu, não podemos deixar de conferir o Teatro Solís (Montevidéu tem vários teatros), inaugurado em 1856, o Museu da História da Arte e o Museu Andes 1972, um dos lugares mais interessantes e emocionantes para conhecer, que conta a história da trágica queda de um avião da Força Aérea Uruguaia em 1972 nas Cordilheiras dos Andes, com o time de rugby uruguaio, seus amigos e parentes. Ali na Ciudad Vieja comemos bem demais, com as dezenas de restaurantes que servem o churrasco Uruguai no Mercado del Puerto. Entramos lindas e cheirosas e saímos roliças e defumadas. Quem não gosta de carne vermelha, escolha o “arroz com mariscos”. Ai que saudade!

Teatro Solís

Vale a pena comprar um tour pela cidade (indico a LB Tour), para conhecer as obras de arte, muitas delas homenageando o homem do campo e o gaúcho uruguaio e também o Estádio Centenário (para quem ama futebol e conhece a seleção Celeste) e o Mercado Agrícola, com uma estrutura ótima para passeios e compras.

Para degustar as delícias uruguaias recomendo a empanada capresse do restaurante Del Navio, o chivito (sanduíche de carne) da lanchonete La Pasiva, o suco de frutilla (morango) e a cerveja Patrícia, leve e saborosa, que encontramos em qualquer lugar, garrafas de 1 litro ou 300ml, a Patrícia versão “chica”.

Chivito, Empanada y la Cerveza Patrícia

A capital uruguaia é cercada pelas margens do Rio da Prata, que mais parece um mar e as avenidas costaneiras são conhecidas como Ramblas (20km no total), onde podemos caminhar, tirar fotos no letreiro “Montevideo” e apreciar o pôr-do-sol. O melhor ponto desta longa avenida, é a Rambla Gandhi, que fica perto do Shopping Punta Carretas (antiga prisão de Punta Carretas em que Pepe Mujca ficou preso por 14 anos), um ótimo centro de compras. A dica é comprar no cartão de crédito no Uruguai com isenção de taxas. Por lá não tem nada barato, o que vale a pena mesmo é utilizar aqueles cartões de débito comprados no Brasil e ter isenção de valores.

Rambla República do Chile

Da capital uruguaia, em uma viagem de cerca de 1h30, fomos para o refúgio de verão dos ricos, a cidade de Punta Del Este, com seus casinos suntuosos e casas hollyoodianas de veraneio”.

Punta del Este

*Por Sílvia Amâncio

➡ Confira a segunda parte do relato da Sílvia, em Punta del Este 😉.

Uruguai: 5 dias de muita “parrilla”, democracia e direitos sociais – Parte II

Punta del Este

Em Punta del Este, provamos o pescado mais conhecido da região, o filé de “Brotola”, com a bebida tradicional do Uruguai, o Medio y Medio, uma mistura de vinho branco e espumante servido bem gelado. A dica é almoçar no restaurante Napoléon, que também não é barato, mas é aconchegante, com um atendimento maravilhoso. Esse atendimento teremos em todos os lugares no Uruguai.

Ainda em Punta, é obrigatório a visita ao monumento Los Dedos, na Praia Brava, obra do artista Mario Irarrázabal.

Los Dedos, em Punta del Este

De Punta, fomos para a cidade balneário de Piriápoli, conhecer a Casa Pueblo, a antiga casa de verão do artista plástico e arquiteto uruguaio Carlos Páez Vilaró, inspirada pelas construções da ilha de Santorini na Grécia. Um luxo só, banhado pelo Rio da Prata. Nessa cidade, fazemos uma parada estratégica para ver o encontro das águas do Rio da Prata com as do Oceano Atlântico, um espetáculo sob os olhos de curiosos turistas e os das estátuas de Iemanjá, a rainha dos mares.

Casa Pueblo

No Uruguai, a influência da cultura africana é lembrada pelas obras de arte na orla das ramblas e pelo candombe, uma dança com atabaques e mistura de ritmos africanos muito cultuada no Carnaval de lá.

Nesses cinco dias descobrimos que o Uruguai já foi colônia da Espanha, da Argentina e do Brasil. Que é o país mais laico da América Latina, com 38% da população de ateus. Ele tem também uma considerável população de judeus e armênios. O Uruguai é considerado o país latino mais transparente em relação aos gastos públicos. A atual política é de esquerda, com o a gestão do Partido Socialista. A comercialização da maconha foi legalizada para os uruguaios (e a procura é grande). O cidadão que se aposenta ganha um tablet e aulas gratuitas, parte de um programa de inclusão digital. Um verdadeiro estado de bem-estar social…

Como dica de regalos, o chocolate Mecano (com recheio de doce de leite), o alfajor Bocado (com recheio de doce leite e cobertura de chocolate amargo) e vinhos Tanat (branco, tinto e rosé), dos supermercados Ta-ta, espalhados por toda a capital.

Quem estiver em Montevidéu pode aproveitar para conhecer a cidade de Colonia del Sacramento (não fomos desta vez, pois já conhecíamos), as bodegas de vinhos (vinícolas) nos arredores da capital e as termas (águas quentes) nas cidades de Salto e Paysandú, que ficou para nossa próxima visita aos nossos hermanos uruguaios”.

*Por Sílvia Amâncio

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Ah! Não se esqueça de informar seu nome, o crédito da imagem e onde ela foi feita 📸.

➡ Confira também: América Latina: 5 dias no Chile, com Sílvia Amâncio

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5 músicas en español para dizer “te quiero” ❤

Espanhol já é puro amor y pasión, quando se trata de música romântica, então… 🙂

E apaixonadx ou não, a gente não resiste a uma boa canção com ares enamorados, verdade?! Então, a Calle Hispánica separou 5 faixas que transpiram amor por todas as notas musicais 💞💞.

Abra seu 💜 e aperte o ▶ 😉.

Río Roma – Te Quiero Mucho 

“…Es que me gustas tú
Me haces feliz en un segundo
No sé si sea tu luz
Pero te veo y me quedo mudo
¡Oh baby I love you!
Yo quiero que te quedes en mi mundo
Y quiero confesarte
Que aunque te conozco poco ya
Te quiero mucho
Mucho, mucho, mucho…”

Miguel Bosé – Te Amaré

“Te amaré te amaré
Porque fuiste algo importante
Te amaré, te amaré
Cuando ya no estés presente
Seguiras siendo costumbre, y te amaré…”

Fonseca – Eres Mi Sueño

“…Por tus ojos
Me muero daría la vuelta al mundo entero
Y eres la razón de mis cuentos doy gracias
Al cielo, por poder quererte como yo te quiero…”

Alejandro Sanz (❤🙂) – La Fuerza del Corazón

“…Es tan grande lo que siento por ti,
que tenerte no bastará.
¿Qué es esto que me invita a vivir,
que me dá la ilusión?
¿Qué será esa fuerza que a todos
nos une de dos en dos?
¿Será la fuerza del corazón?…”

Gloria Trevi – Como Yo Te Amo 

“…Yo, te amo como el niño a su mañana
Yo, te amo como el hombre a su recuerdo
Yo, te amo a puro grito y en silencio
Yo, te amo de una forma sobrehumana…”

E esse amor todo não acaba por aqui! 🙂 Confira também:

5 músicas fofíneas em espanhol para você mandar para o crush

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Español: “Si no tengo con quien practicar, ¿cómo lo hago?”

Empecé a estudiar español en el año 2000, por determinación del corazón. No tenía ninguna referencia en mi familia, tampoco entre mis amigos, pero ya era una aficionada por “Corazón Partío” y por las telenovelas mexicanas.

En aquel tiempo, ni siquiera tenía computadora en mi casa, lo que me hacia más difícil la tarea de mantener contacto con una segunda lengua, especialmente si esa lengua no era el inglés 😑.

Apenas comenzaron las clases y ya en la primera semana empecé a vivir un drama que muchos de ustedes deben de conocer muy bien. “Aparte de mi profesora, no tengo con quien hablar en español, o sea, no tengo con quien practicar” 😥.

¿Y qué hacía yo? Pues, ¡nada! Así de simple y literal. Terminaba la clase y, desde el momento en que  ponía los pies fuera del aula, ya no volvía a hablar en español, hasta que llegara la próxima clase, en la semana siguiente 😕.

Amigos, por lo que ustedes más aman, no hagan eso. Si están aprendiendo español, si lo están estudiando y si, de verdad, desean desarrollar su aprendizaje, no se den por satisfechoS con hablar una o dos veces por semana.

Bueno, puede que algunas personas se estén preguntando en ese momento: “Muy bueno el consejo, Fernanda. Pero, ¿Cómo es que voy a practicar si, al igual que tú, tampoco tengo con quien hablar en español?”.

La solución

Les voy a contar lo que me ha ayudado a practicar, además de descubrir nuevas palabras en ese idioma.

Simplemente, no esperen una compañía para hablar. ¡Hablen solos!

¿Qué? ¿Qué les van a creer locos? Bueno, si eso les preocupa, entonces hay otra solución: por lo menos traten de pensar en español, mientras realizan sus actividades diarias.

Además de, simplemente practicar el idioma, hablar o pensar en esa lengua nos ayuda a identificar palabras y expresiones que son re importantes para nosotros, pues forman parte de nuestra rutina.

Otro punto considerable es que no siempre es posible seguir con las clases formales, sea por falta de tiempo o sea por falta de dinero. Y cuando se acaba el curso regular y no hay más opciones, ¿qué? ¿Cómo lo van a hacer? 🤷

Por eso resulta  tan importante encontrar formas de traer el español para nuestro día a día, en lugar de solamente practicar durante el tiempo que tenemos con el profesor.

Así que, pensemos y hablemos todos los días, pues eso es lo que nos puede llevar más allá en el aprendizaje de la lengua de Cervantes, ¿vale? 🙂

➡ ¿Sigues hablando en portugués en tus clases de español?

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5 músicas em espanhol que são puritita buena vibra! ✨

A música é algo tão mágico que tem o poder de interferir (de fato!) em nosso estado de ânimo. Tanto que, ainda que de forma não planejada, costumamos separá-las para os diferentes momentos do nosso cotidiano, verdade?!

Algumas para refletir, outras para embalar os momentos de sofrência, outras para nos encorajar… 💪.

Não sei vocês, mas eu SUPER acredito em energia positiva. E sim, há músicas que colocam nosso astral lá no alto! Então, para compartir esa tremenda buena vibra con ustedes, deixo 5 músicas daquelas que nos deixam com vontade de bater na porta dx vizinhx só para desejar bom dia! ✨😜

Confere aí!

Vivir mi vida – Marc Anthony

“Voy a reír, voy a bailar
Vivir mi vida la la la la
Voy a reír, voy a gozar
Vivir mi vida la la la la…”

Quítatelo – Alejandra Guzmán e Beatris Luengo

“… Deja bailar tu corazón 
Que se vuelva loca la razón 
La pipa, los guantes y el pantalón 
Todo, todo quítatelo

La vida no es solo trabajo 
Que rico parar por un rato 
Un churro, un chela y un taco 
Ser feliz te sale barato…”

Hoy es domingo – Diego Torres e Rubén Blades

“… Hoy tengo cita con la almohada
Y una reunión con e ventilador
Una salida con mi perro
Por que no entiende de pretexto
Y dejo en pausa mi sillón

Hoy, hoy es domingo
No hay compromisos con el reloj
Porque hoy, hoy es domingo
No hay nada mejor…”

La Bicicleta – Carlos Vives e Shakira

“… Lleva, llévame en tu bicicleta 
Óyeme, Carlos, llévame en tu bicicleta 
Quiero que recorramos juntos esa zona 
Desde Santa Marta hasta La Arenosa 
Lleva, llévame en tu bicicleta 
Pa’ que juguemos bola ‘e trapo allá en Chancleta 
Que si a Pique algún día le muestras el Tayrona 
Después no querrá irse pa’ Barcelona…”

Sueños – Diego Torres e Julieta Venegas

“… Deja que tus sueños sean olas que se van
libres como el viento en mitad del mar
creo que la vida es un tesoro sin igual
de los buenos tiempos siempre quiero más…”

Confira também: 5 músicas em espanhol que te farão desistir de desistir 

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Leitura: Desafio literário à la Calle Hispánica 🙂

Já comentei aqui no blog que, desde o início da Calle, venho tentando ler mais obras produzidas por autores hispânicos. Mas, a grande verdade é que, no vai e vem da vida, esse “tentando” ainda está bem longe do objetivo que é ler 😓.

Prova disso é que, de fevereiro pra cá, foram apenas três livros 😦. Isso mesmo: 7 meses e SÓ 3 livros  (sim, plaquinha da vergonha pra mim 🙈).

¡El desafío! (para mí y para ustedes 😜)

Para resolver esse problema, decidi colocar a Calle Hispánica no famoso desafio literário. Isso aí! Pesquisei os que já estão rolando e selecionei alguns temas para montar o nosso 🙂.

Assim, vamos manter nossa leitura em dia e teremos mais conteúdo literário aqui no blog 💜.

Como já estamos em setembro, o desafio será bem modesto: serão 4 livros, sendo um para cada mês.

Mas esse desafio é à la Calle Hispánica!

Como sabemos que livros em espanhol e de autores hispânicos nem sempre são tão fáceis de encontrar aqui no Brasil, pensei na seguinte proposta, para não fugirmos ao objetivo do blog (que é “coloca mais espanhol na vida que tá pouco!” hahaha 😆): Sendo de autores hispânicos, os livros podem ser em espanhol ou em português e, sendo de autores naturais de outras línguas, pegaremos as obras em espanhol, ¿vale? 

Acho que assim fica mais prático para todxs! 🙂

Vamos aos temas e às respectivas sugestões de leitura:

📍Setembro – Um livro que tenha sido adaptado para a TV; (Pode ser uma história que tenha virado filme, novela, série…)

  • Don Quijote de La Mancha / Dom Quixote, de Miguel de Cervantes
  • La Casa de Los Espiritus / A Casa dos Espíritos, de Isabel Allende
  • Memorias de Mis Putas Tristes / Memória De Minhas Putas Tristes, de Gabriel García Márquez
  • Bodas de Odio, de Caridad Bravo Adams
  • El Diario de Noa (Diário de Uma Paixão), de Nicholas Sparks

📍Outubro – Um livro escrito na década de 1950;

  • La Hojarasca / A Revoada, de Gabriel García Marquez (1955)
  • La Mentira, de Caridas Bravo Adams (1951)
  • Cien Sonetos de Amor / Cem Sonetos de Amor, de Pablo Neruda (1959)
  • Los Versos del Capitán / Os Versos do Capitão, de Pablo Neruda (1952)

📍Novembro – Uma biografia;

Boa oportunidade para lermos a história daquela personalidade hispânica que amamos ou, ainda, para conhecer melhor alguma figura importante desse universo 😉.

  • Por qué este mundo. Una biografia de Clarice Lispector, de Benjamin Moser e Cristina Sánchez-Andrade
  • Aún no estoy muerto: Autobiografía, de Phil Collins
  • Confieso que he Vivido / Confesso que Vivi, de Pablo Neruda
  • El diario de Ana Frank, de Anne Frank

📍Dezembro – Um presente de Natal.

Vi esse tema no blog Eu Astronauta e curti demais! Nada mais justo que, em dezembro, escolhermos um livro para chamar de “nuestro regalo de Navidad” (🎅), né non?! Então, neste mês, aproveite para pegar aquela obra que você sempre quis ler! 💙 ▶ (lembrando que, se o autor é hispânico, então pode ser em português ou em espanhol e, se se o autor é nativo de outro idioma, então vamos focar no espanhol 😉)

Para este mês de setembro, vou postar o livro escolhido lá no instagram da Calle. E quem entrar no desafio e quiser postar também, usem a hashtag #LeituraNaCalle. Assim, podemos encontrar mais sugestões de livro para engordamos nossa lista de leitura hispânica 😍.

Então, bora ler e, de quebra, colocar o espanhol pra jogo! 🤓

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Vidas Cruzadas: Web novela traz romance e um “chorro” de expressões em espanhol

Para quem curte histórias que trazem romance, comédia e muito espanhol, aí vai uma dica bem interessante: A web novela Vidas Cruzadas, de 2009.

E já entrego neste segundo parágrafo, o ponto forte dessa produção: Kate Del Castilho e Guy Ecker! ❤

Twitter / Reprodução

Sim, pessoal, além de trazer a primeira dama lacradora e foragida de Ingobernable, Vidas Cruzadas traz, ainda, Guy Ecker. Para quem não acompanha o mundo das telenovelas mexicanas, os dois atores contracenaram juntos em La Mentira, produção exibida pelo SBT em 2000.

Guy e Kate em “La Mentira” – Imagem:Sobre TV / Reprodução

(E como não amar esses dois contracenando juntos mais uma vez? 😍)

Televisa Brasil / Reprodução

Produzida pela Univision, a web novela conta a história de Mariana, uma jornalista bem sucedida e que sonha em ser mãe.

Cansada de esperar por el Príncipe Azul, Mariana decide opta pela produção independente, fazendo uma inseminação artificial. E adivinhem só? Logo após a inseminação, tcharam! Ela conhece Daniel, um empresário, gato, solteiro, cavalheiro… enfim, o tal príncipe azul.

(Sim, a inseminação já havia sido feita 😳)

Bom, como vocês já devem ter concluído, eles se apaixonam um pelo outro e, claro, rola romance 💓.

Mas, ao contrário de La Mentira, que era carregada de intensidade (afinal, Verônica e Demétrio vivam entre tapas e beijos!), em Vidas Cruzadas vemos uma história mais leve e com ares de humor, com direito a Cristian Castro cantando a música tema (“…el culpable soy yo por dejar que el corazón te amara tanto así…”💞).

Depois que o romance já está a todo vapor, Mariana recebe a confirmação de que o procedimento deu certo e, portanto, está embarazada 🤰. E essa é a parte em que a história dá uma embolada no meio de campo. Mas, calma que depois desembola! Como? 🤔 Aí vocês vão precisar assistir à web novela para saber 😜.

Mas, Vidas Cruzadas não traz apenas Kate, Guy e romance. A produção é uma ótima oportunidade para conhecer algumas expressões bem interessantes. Exemplo? Segura aí esses 5 que anotei, enquanto assitia à web novela:

Tirar la onda – Se alguém “te está tirando la onda”, quer dizer que essa pessoa está interessada em você e está tentando chamar sua atenção 😉.

Verle la cara a alguien – Essa aparece MUITO nas telenovelas e é usada para dizer que alguém está tentando enganar uma outra pessoa.

¿Qué onda? – No meu amado México (💚), eles usam essa expressão num contexto de informalidade e ela equivaleria ao nosso “e aí?”.

Quedarse para vestir santos – Expressão carregada de machismo e que no me gusta para nada, pero… existe 😑. Equivale ao nosso “ficar para titia”.

¡La Regué! – Usada quando queremos dizer que cometemos um erro.

Curtiu as expressões? Então agora dá um play para assistir à web novela Vidas Cruzadas 🙂

Y Además…

Te dejo una entrevista con Kate Del Castillo y Guy Ecker, en la que los actores hablan sobre “Vidas Cruzadas” 🙂

Confira também:

Netflix: Cinebiografia sobre Gloria Trevi traz música, espanhol e muitas tretas

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